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COWORKING, JÁ CONHECE?

Coworking, já conhece?
É uma alternativa ao escritório tradicional e uma comunidade de partilha e ajuda mútua.

A partilha de um espaço de trabalho é um conceito em expansão no nosso País e tem já muitos projectos em funcionamento e muitos outros a caminho.
É uma tendência que está a modificar a forma como as empresas e empreendedores trabalham, partilham negócios e se relacionam entre si em geral.

Dá a quem o utiliza a oportunidade de aumentar o networking com pessoas de diversas áreas e estilos, vem colmatar a questão do isolamento de quem até agora tinha um modelo de trabalho em que utilizava um “home office” e de um modo geral aumentar a produtividade.
Estes espaços têm preços para diversos tipos de utilização e uma estrutura e modo de funcionamento completamente flexível.

Por outro lado partilhar um espaço de trabalho pode ser a solução para a escassez de escritórios em Lisboa e Porto. Este é um segmento de mercado com resultados visíveis em dezenas de empresas em todo o mundo que já utilizam o coworking nalguma escala e esperam aumentar o grau de compromisso com este tipo de espaços ao longo dos próximos anos.
Esta solução permite uma poupança nos custos de ocupação em muitos casos superior a 5% e muitas empresas reconhecem que a integração de espaço flexível na sua estratégia proporciona um valor significativo em termos de atracção de talento, ao mesmo tempo que reduz os custos de ocupação ao permitir adaptarem-se às variações constantes no número de colaboradores sem terem de aumentar os seus custos fixos.

Em Portugal, estima-se que este conceito agregue uma oferta total de 130.000 metros quadrados, dos quais 60% concentrados em Lisboa e 13% no Porto. Neste momento ainda tem um peso residual no parque total de escritórios em ambas as cidades, um valor um pouco abaixo dos 2%.


Conheça agora alguns exemplos deste novo modelo de negócio

Places
Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
O mítico Cinema Quarteto, foi transformado no Places – um novo espaço de cowork na cidade num edifício com três pisos e um belo terraço para fugir do trabalho de tempos a tempos.

Wood
Marquês de Pombal
Localizado num edifício lisboeta dos anos 60, oferece um andar dedicado ao coworking com espaços partilhados com design de luxo e e zonas exteriores muito bonitas.

Resvés Cowork
Campo de Ourique
O cowork Resvés garante o acesso 24 horas aos membros. Tem bicicletas partilhadas e quer ser um pólo de dinamização cultural e de networking na cidade.

Unicorn Workspaces
Avenida da Liberdade
Depois da Alemanha, a empresa Unicorn Workspaces fez a sua expansão internacional e aterrou em Lisboa e tem dois espaços: uma casa no Marquês de Pombal e outra nos Restauradores.

Beco
Baixa de Lisboa
O BECO é um espaço de cowork inserido no SameSame, o primeiro projecto de co-living 100% português.

Liberdade 229
Avenida da Liberdade
O Liberdade 229 é um espaço confortável e internacional para trabalhar no centro de Lisboa, a 1 minuto de duas linhas de metro.

LACS
Estrela/Lapa/Santos
Não é um centro de escritório. Nem é só um espaço de cowork. O Lisbon Art Center & Studios (LACS) ultrapassa essa fronteira, é um pólo criativo aberto ao público com programação cultural e um rooftop com uma vista de 360 graus sobre Lisboa e o Tejo.

Ávila Spaces
Avenida da Republica
Este é um cowork premium no centro da cidade, com uma imagem mais corporativa em plena Avenida da República.

Heden
São Vicente
A Graça ganhou este espaço de cowork – o Heden, um pólo criativo que combina mesas de trabalho partilhadas com atelier para artistas ou criativos e zonas de exposição.

Misturado
Arroios
O espaço Misturado é conhecido pelos seus eventos culturais todas as semanas, mas mais que um palco da arte, é um espaço de cowork.

Lisbon Workhub
Marvila
Empreendedores, freelancers e nómadas partilham o mesmo espaço de trabalho no Lisbon Workhub. O cowork fica nos antigos e míticos armazéns de vinho Abel Pereira da Fonseca em Marvila.

Second Home
Cais do Sodré
O cowork que viajou de Londres para Lisboa dá a sensação de trabalhar num espaço semelhante a um jardim botânico com computadores. A incubadora de indústrias criativas instalou-se no Time Out Market.

Hood
Marvila
É uma espécie de bairro criativo, criado pela agência de marketing comOn no fim de 2015.

Idea Hub
Parque das Nações / Marquês de Pombal / Saldanha
O IDEIAHub tem duas moradas, uma no Parque das Nações e outra no Palácio Sotto Mayor e já previsto a abertura de uma espaço no Saldanha.

Cowork Todos
Marvila
A funcionar desde 2013, aloja mais de 85 criativos num armazém recuperado.

Cowork Central
Princípe Real
O Cowork Central já tinha o primeiro espaço no Cais do Sodré, mas vai daí e apareceram as dores de crescimento de quem já albergava 50 pessoas e precisava de mais. Tom Davis, o responsável pelo espaço, decidiu subir umas colinas e abrir outro espaço no Príncipe Real.

Corwork my Auchan
Avenidas Novas
Ao supermercado na Avenida da República, a cadeia de supermercados My Auchan juntou um espaço de cowork. E não paga nada para se sentar à mesa.

Cowork Palácio Baldaya
Benfica/Monsanto
O Palácio Baldaya reabriu em Setembro de 2017 para servir de pólo cultural ao bairro de Benfica, mais de um século depois de estar fechado. Passou a oferecer aos lisboetas uma nova biblioteca e um espaço de cowork.

Alvalade Cowork
Alvalade
No Alvalade Cowork o espaço é dividido com a Wave Factory, onde existe uma onda artificial para fazer surf e um restaurante.

Rocket Hub
Parque das Nações
Situado no Parque das Nações tem diversas opções de espaços idealizados para maximizar o seu conforto, motivando a sua criatividade.

Factory Lisbon
Hub criativo do Beato
É um projecto de 12.000 metros quadrados ainda em construção, tendo já assegurado uma ocupação parcial pela Mercedes-Benz.io, o hub de inovação digital da marca automóvel alemã.

Se já está a planear o próximo ano sugerimos que visite alguns e sinta a energia destes espaços com preços para todos os bolsos!

Equipa Gameiro KW

Fonte: Expresso, Idealista, Time Out

SE ARRENDAR UM IMÓVEL EM LISBOA, POSSO TER DÍSTICO DE RESIDENTE?

Tem um contrato de arrendamento e precisa de dístico de residente para estacionar o seu veículo, em Lisboa? Saiba como solicitar o mesmo através do site ou presencialmente nas lojas EMEL.

O Dístico de Residente permite o estacionamento nas ruas pertencentes à zona de residência do respectivo titular, nos lugares identificados, sem haver lugar ao pagamento da tarifa de estacionamento e sem limite de tempo.

Em regra, podem ser atribuídos até 3 Dísticos de Residente por fogo, desde que este seja utilizado para fins habitacionais e se situe dentro de uma Zona de Estacionamento de Duração Limitada. Pode ser incluída uma segunda zona de estacionamento no Dístico, que seja contígua à zona de residência. Mas, esta segunda zona não permite o estacionamento nos Eixos Vermelhos.

Em casos de famílias numerosas e de residências onde existe mais que um agregado familiar existem regras especiais previstas no Artº 25 do Regulamento (atribuição de até 5 dísticos no primeiro caso e redução do custo do segundo dístico no caso de famílias numeras).

Os Dísticos de Residente têm a validade máxima de 1 ano.

Para a emissão do dístico é necessário cumprir alguns requisitos.
É necessário que a morada do imóvel em questão coincida com a morada associada ao seu cartão de cidadão.

Caso verifique que as moradas são distintas, basta alterar a morada do cartão de cidadão. Este processo é simples e pode ser realizado através da Internet, de forma gratuita, ou presencialmente, com um custo de 3 euros. Não lhe é pedido nenhum comprovativo em como de facto mora no endereço apresentado. Apenas precisa de ter consigo o PIN de morada para realizar esta alteração. Caso não tenha este PIN, terá de fazer um novo cartão de cidadão o que constitui um processo mais demorado e também mais caro – o valor ronda os 15 euros ou o dobro, se solicitar a entrega urgente.

Para emissão do dístico da EMEL são-lhe solicitados os seguintes documentos originais:

  • Documento comprovativo da morada: Cartão do Cidadão (é necessário o PIN do cartão) ou Carta de Condução ou Autorização de Residência emitida pelo SEF (para cidadãos Estrangeiros);
  • Certificado de Matrícula, ou Título de Registo de Propriedade do veículo automóvel;
  • Contrato de Arrendamento para confirmar morada.

Quando o veículo para o qual precisa do dístico se encontra no nome de outra pessoa é-lhe pedida a apresentação do Título de Registo de Propriedade do veículo, juntamente com um dos seguintes documentos à sua escolha:
a) Um contrato que titula a aquisição com reserva de propriedade;
b) Um contrato de locação financeira ou de aluguer;
c) Uma declaração assinada pelo proprietário do veículo, na qual o mesmo ateste o usufruto deste, acompanhada por uma cópia da identificação do primeiro;
d) Uma “declaração da respectiva entidade empregadora onde conste o nome e a morada do requerente, a matrícula do veículo automóvel e o respectivo vínculo laboral, acompanhada do certificado de matrícula ou titulo de registo de propriedade, a locação financeira ou o aluguer da viatura”.

Para as zonas onde o dístico não permite estacionar gratuitamente, sugerimos a instalação e utilização da app da EMEL no seu telefone de modo a garantir que não é multado nem vê o seu carro ser bloqueado ou mesmo rebocado com os exurbitantes custos e transtorno associados.

Fonte: EMEL

BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS

Foi publicado hoje, na II Série do Diário da República Electrónico, o novo regulamento de prevenção e combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo no sector do imobiliário.

O diploma entrará em vigor, a 26 de Junho de 2019.

Por ser extenso não o transcrevemos neste espaço. Pode consultar a publicação do regulamento aqui.

O Mercado Imobiliário está a mudar? Claro que sim!

O Mercado Imobiliário está a mudar? Claro que sim!

As grandes perguntas do momento são: ” O mercado imobiliário vai descer abruptamente? Estamos a viver uma “bolha imobiliária”?

Não estamos nada convictos que tal possa acontecer. Exceptuando o aparecimento de uma crise internacional que afecte também o nosso País, não são previsíveis grandes alterações no mercado imobiliário. Serão feitas pequenas correcções nos valores da habitação própria permanente e alguns nichos de mercado. O Alojamento Local e o Luxo, poderão ser afectados com descidas de preço mais acentuadas.

Apesar de continuarmos a ouvir nas notícias, quer genéricas quer da especialidade, que o preço dos imóveis continua a subir e que a média Nacional das avaliações bancárias também sobe, não nos podemos esquecer que a correcta interpretação da informação que nos colocam à frente, requer análise e algum trabalho de pesquisa. Saber “fatiar” os dados de mercado permite-nos disponibilizar uma informação mais correcta e direccionada, aos nossos clientes, vendedores ou compradores.

Até ao final de 2017 os dados Nacionais do mercado e as suas médias, foram influenciados com a subida dos preços nos mercados de Lisboa, Porto e Algarve. Actualmente os dados Nacionais começam a ser influenciados pela subida dos preços na periferia de Lisboa e Porto, bem como nas Vilas e Cidades do interior, servidas por bons acessos rodoviários e ferroviários. Os investidores por falta de produto começam a procurar novos mercados acompanhando a dinâmica das Famílias que não tendo possibilidade de comprar nos grandes centros urbanos, procuram alternativas adequadas às suas necessidades e capacidades financeiras, em zonas limitrofes. Estatisticamente as médias Nacionais continuam a subir, no entanto essa subida está a ser suportada pelo aumento dos preços em outras localizações, que não Lisboa, Porto ou Algarve.

Em Lisboa, nos últimos 4 anos, registou-se uma redução do tempo médio de venda dos 9 meses para 3 meses. A procura aumentou e a oferta de habitação diminuiu, criando um mercado em que os compradores disputavam o produto existente com muita avidez e alguma “agressividade”, motivado por algumas das razões que apontamos de seguida as quais coincidiram num curto espaço de tempo:
• A baixa remuneração dos depósitos bancários por parte dos bancos.
• Falta de casas para arrendamento.
• Aumento do turismo (voos low-cost, segurança, clima, vida mais barata, História e simpatia, insegurança geopolítica em outros países concorrentes)
• Benefício fiscal para residentes habituais e não habituais de outras nacionalidades.
• A lenta colocação no mercado de produto novo (enormes burocracias e tempos longos para aprovação de novos projectos).
• Estabilização económica verificada pelo aumento do consumo.
• Atracção de investimento estrangeiro, pois o sector imobiliário Português apresentava preços muito inferiores aos de outros Países Europeus.

Actualmente o mercado encontra-se num ponto de viragem, com os tempos de venda a aumentarem significativamente, começando a atingir novamente uma média de venda de cerca de 6 meses. A redução do Asking Price de muitos imóveis revela-se novamente em todos os portais imobiliários e os preços pedidos raramente são alcançados, aumentando as margens de negociação que em 2017 quase deixaram de existir.

Estamos a entrar num estado do mercado, chamado “Balance” ou “Equilíbrio”! O comprador já não está disposto (ou não pode) pagar mais e o vendedor começa a antecipar uma correcção de mercado que se adivinha suave para entrar de seguida num período de estabilização de preços (próximos 2 anos).

O investimento imobiliário tem tido uma origem sólida, com baixa taxa de risco, inclusive para quem recorreu ao crédito bancário. Na generalidade a compra de uma casa implica ter um capital próprio ou garantias reais equivalentes a 30% do valor da mesma, salvaguardando uma dependência futura de outros factores ou variáveis.

A compra de habitação ficará mais difícil para algumas famílias que recorram ao crédito e isso limitará o valor máximo a pagar pelo imóvel desejado, dando-se nesse momento a referida correcção do preço.

Será no segmento de Luxo e no Alojamento Local que se prevê maiores alterações nas dinâmicas do mercado com reduções nos preços de compra e venda.
No Alojamento Local a restrição de licenciamento em determinadas zonas de Lisboa e Porto e a alteração da legislação e dos regulamentos desta actividade, podem provocar uma instabilidade nos proprietários que se conduzir à colocação no mercado de um número elevado de imóveis, poderá provocar uma descida dos preços.
Já no segmento do mercado de Luxo a situação pode ser mais grave. O atraso na colocação no mercado das novas unidades, umas ainda em projecto outras já em construção, poderá ter futuramente um impacto negativo, pois o mercado dentro de 2 anos (quando grande parte dos imóveis estiverem concluídos) poderá estar em piores condições. Os atrasos, provocados pela excessiva e lenta burocracia na aprovação e despacho dos projectos em curso, estão a alargar os períodos de venda. De momento esta situação provoca alguma escassez no mercado, num futuro pode provocar o inverso. Em 2010 assistimos à entrada no mercado de muitas unidades novas que devido ao excessivo tempo na sua colocação no mercado, coincidiu com a crise económica que tão bem conhecemos, causando enormes prejuízos a pequenos e grandes investidores.

Connosco a sua casa vale mais?
Claro que sim!

Francisco Gameiro – Equipa Gameiro KW
+info 925 358 869

ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA OU CRIATIVIDADE?

Especulação Imobiliária ou Criatividade?

LOCAL – Feira da Ladra, em Lisboa

AMBIENTE – um pequeno apartamento de 30 m2 situado ao nível de um terceiro andar sem elevador, inserido num pequeno prédio bastante degradado.

O apartamento foi vendido por 150.000 euros! Loucura total, cinco mil euros por m2?! Na Feira da Ladra? Todo podre? Quem foi o “louco” que deitou à rua tanto dinheiro?
“Quando entrei no apartamento, olhei à minha volta, fixei 3 ou 4 detalhes, fechei os olhos e disse: É meu! Pode apresentar a proposta pelo valor que estão a pedir, eu compro!” Foi assim que J.M. natural de Ourém me contou na primeira pessoa como tinha sido esta “aventurada compra de risco calculado”.
“Vejo muitos apartamentos todas as semanas e sou rápido nas visitas. Faço sempre o mesmo, entro e se nada me chama a atenção saio de imediato. Muitas vezes os seus Colegas ficam zangados comigo, pois saio mais rápido do que quando entrei. Outras vezes, muito poucas, dou uma olhadela e se algum pormenor me chama a atenção então começo a imaginar e posso estar 2 horas a visitar o apartamento. Depois não hesito e compro de imediato!” “Sei onde pegar e como pegar para fazer uma coisa única e diferente”
J.M. tem uma imensa habilidade na carpintaria, trabalha o ferro e outros metais como ninguém para além de tratar as ferramentas por tu. Conjuga materiais diversos de uma forma criativa e harmoniosa. Inventa cantos e recantos, cria desníveis nivelados (sim, só vendo).
Na cintura traz sempre consigo as ferramentas e utensílios básicos para trabalhar a sua arte, na sua cabeça transporta uma imaginação fértil, sem limites.
Com uma janela que emoldura a vista sobre o Panteão Nacional e o Tejo como fundo, J.M criou à sua volta uma obra de arte. O pequeno apartamento de 30 m2 ficou transformado num local acolhedor, diferente, único e “simplesmente complicado” de não se admirar! Qual Picasso!
Ainda a obra não estava totalmente terminada e alguém subia as escadas até ao último piso. Entrou… olhou à sua volta apreciando todos os cantos e recantos e… apaixonadamente disse:
“É meu! Compro! Compro pelo valor que estão a pedir. São 260.000 euros não é?
Negócio fechado e mais uma venda “especulativa” segundo a opinião de uns, uma “loucura” na opinião de outros! Poderá ter sido “paixão” a quase 9.000 euros o m2?
Quem atribui aos quadros de Picasso, Matisse ou Kandinsky o valor de milhões?
Poderá a “criatividade” Acrescentar Valor ao preço de mercado de um imóvel?

Nota: Esta é uma “história” verídica em cujo negócio a Equipa Gameiro não interveio. Acompanhámos de perto a situação pois estávamos a promover a venda de um outro apartamento no mesmo prédio. A nossa actividade de prospecção e a curiosidade fez-nos subir as escadas e conhecer o J.M.. Adquirimos mais uma experiência que enriquece a nossa Proposta de Valor para os nossos Clientes.

Connosco a sua casa vale mais?
Claro que sim!

BOLHA IMOBILIÁRIA OU INOVAÇÃO IMOBILIÁRIA?

Será que no mercado imobiliário actual se deve falar de  Bolha Imobiliária ou de Inovação Imobiliária?

A “habilidade” e a “imaginação” de cada proprietário no que concerne à utilização do seu imóvel alocando o mesmo a determinada actividade, conjugadas com a sua “visão” e a sua “capacidade de gestão”, fazem com que imóveis, idênticos nas suas características e com a mesma localização, possam ter valores de mercado bem diferentes.

O mercado comprador reconhece que Acrescentando Valor aos imóveis através de remodelações personalizadas e criativas ou afectando a utilização dos mesmos a determinadas actividades comerciais e de serviços, tem sido possível verificar a venda de imóveis por valores considerados “especulativos”. Esta é uma realidade que constatamos diariamente quer no segmento habitacional quer no segmento do comércio ou escritórios e que no nosso ponto de vista assenta em duas variáveis que raramente se têm em conta; a “Paixão que o produto desperta em determinadas pessoas” e uma “Rentabilidade acima da média criada por negócios criativos”.

Trabalhar diariamente com Pessoas que pretendem vender e comprar imóveis, faz-nos absorver muita informação, que correctamente interpretada e trabalhada, nos permite ficar na posse de uma vasta experiência que colocamos ao serviço dos nossos Clientes, aumentando desta forma a qualidade da nossa Proposta de Valor.

Em breve abordaremos este tema com maior detalhe, contanto mais uma História na Vida de um Consultor Imobiliário!

Connosco a sua casa vale mais? Claro que sim!

 

O ALOJAMENTO LOCAL – Uma Lisboa de 2010 ou uma Lisboa de 2018?

Quando em 2010 abracei a Carreira de Consultor Imobiliário, fi-lo numa pequena agência imobiliária de uma grande marca cujos escritórios estavam instalados na zona da Graça em Lisboa. Por comodidade arrendei um apartamento T1 no Largo da Graça o que me permitiria “viver” a zona onde trabalhava, com maior rapidez e maior profundidade.

Uma das principais e mais importantes actividades de um Consultor Imobiliário é centrada na prospecção geográfica que implica andar na rua, bater às portas das casas e falar com as pessoas que aí habitam, trabalham e circulam.

Conhecendo mal Lisboa como conhecia na altura, escolhi as zonas envolventes à Graça com especial incidência em Alfama, Mouraria e o Martim Moniz, precisamente três das zonas com maior taxa de casas e apartamentos em Alojamento Local.

Consideramos que esse tema, tem sido largamente discutido nas redes sociais e jornais, arrastando “paixões e razões” e muito pouco discutido na sua “especialidade” isto é discutido seriamente cara a cara, com, e entre os intervenientes no assunto; habitantes, proprietários, inquilinos, comércio, profissionais do AL, utilizadores etc. Falta ao tema uma moderação séria e desinteressada, com o objectivo de ajudar as partes envolvidas a ultrapassar as diferenças e os incómodos sentidos. Caberia pois o papel de moderador à classe politica o que na realidade não acontece. As tentativas de legislação e regulação são feitas aos retalhos e muitas das iniciativas em curso são tomadas em função dos jogos políticos, esquecendo as pessoas.

Voltando a 2010 e à minha actividade de prospecção, conheci as ruas e os habitantes de Alfama, Mouraria e Martim Moniz tal e qual a forma como factualmente as vou descrever, sem juízos do certo ou errado.

  • 90% dos prédios em cada uma destas zonas encontrava-se em péssimas condições de habitabilidade, fechados ou em ruínas.
  • Os poucos habitantes destas zonas eram na sua maioria pessoas idosas ou famílias com parcos recursos que viviam num limiar de pobreza.
  • Não existia comércio e facilmente ouvia-mos dos habitantes mais idosos as queixas por não terem lojas para se abastecerem.
  • As dificuldades na circulação pedonal eram enormes, pois os pisos tortuosos e destruídos dificultavam a locomoção das pessoas mais idosas.
  • Facilmente podíamos ouvir “vivemos isolados no centro de Lisboa” “estamos abandonados à nossa sorte”.
  • A falta de iluminação nocturna atraia o comércio de droga e a prostituição o que na ausência de outros tipos de vivência se evidenciava grandemente.
  • A insegurança dos habitantes era preocupante e disso se queixavam frequentemente.
  • Sentia-se uma desertificação total e muitas das ruas mais estreitas estavam meses e meses cortadas por derrocadas de paredes e muros dos prédios abandonados.

Não vou descrever o estado destas zonas de Lisboa nos dias de hoje pois são bem conhecidas não só pelos seus habitantes mas também pelos Portugueses de Norte a Sul e Ilhas já não falando dos estrangeiros que diariamente aí habitam e circulam com caracter periódico ou permanente.

As diferenças são abissais!

O que queremos todos para Lisboa? Uma Lisboa de 2010 ou uma Lisboa de 2018? Será possível ter em 2020 uma Lisboa para todos?

Não é Lisboa uma das Capitais do Mundo? Para nós, Equipa Gameiro sim é!

Nota: O AL do interior de Portugal terá que sobreviver com as regras que se pretendem impor desde Lisboa e com base numa realidade diferente?

Francisco Freire Gameiro

 

Zona ribeirinha lidera oferta de novos escritórios

Numa altura de escassez de espaços de escritórios de qualidade em Lisboa, a zona ribeirinha lidera na oferta de novos escritórios.

 

A área ribeirinha, particularmente entre o Cais do Sodré e Santos, inserida na zona 4 (Zona Histórica) do mercado de escritórios, tinha pouco significado no mercado de Lisboa até 2008. O  processo de mudança teve o seu início nesse ano, com a inauguração, no Cais do Sodré, dos edifícios sede da Agência Europeia Marítima e do Observatório da Droga e, na Avenida 24 de Julho, da sede do Banco BIG, e não foi alheio ao ambicioso projecto de intervenção urbanística que se iniciava em toda a zona e que se encontra hoje praticamente concluído.

Após alguns anos de estagnação, foi inaugurado, em 2015, na Avenida 24 de Julho, um dos mais emblemáticos edifícios da cidade de Lisboa, a nova sede da EDP, com 13.900 metros quadrados, da autoria do arquitecto Manuel Aires Mateus.

Em 2016, o Cais do Sodré recebeu um novo espaço de escritórios, o Second Home, no Mercado da Ribeira, que tem vindo a gerar uma importante actividade empresarial na zona. O próprio Mercado da Ribeira, reabilitado em 2014, teve um papel “estruturante” na renovação da zona ribeirinha.

Ainda em 2016 foi concluído o projecto de reabilitação do Edifício D Luís, que trouxe ao mercado mais 10.300 metros quadrados de nova oferta. Este ano são esperados mais três novos edifícios na zona, todos eles já com ocupação garantida por grandes ocupantes; A instalação da sede da Abreu Advogados num edifício em frente ao Jardim do Tabaco, com uma área total prevista de 6 mil metros quadrados; o escritório de advogados Vieira de Almeida escolheu também a zona ribeirinha como nova localização, num projecto na Rua D Luís I que contará com 12 mil metros quadrados de área; a Avenida 24 de Julho irá ainda receber, o grupo de media WPP, em cerca de 10 mil metros quadrados, resultantes de um projecto desenvolvido pelo The Edge Group.

No total, desde 2008 até 2016 inauguraram na zona ribeirinha cerca de 40 mil metros quadrados de espaços de escritórios, mais de 80% da oferta que inaugurou no mesmo período em toda a Zona 4.

É previsível que a forte atractividade da zona ribeirinha lisboeta para uso de escritórios se mantenha, com um alargamento da mesma até Alcântara, onde existem alguns projectos de escritórios com uma dimensão muito considerável, que, em breve, devem materializar-se, dada a escassez de espaços em toda a cidade.

in Construir.pt

Abril 2017

 

Noticias Mercado Imobiliário

IMÓVEIS
Sabia que o preço dos imóveis em Portugal pode subir mais 4% em 2017?
Os preços da habitação em Portugal dispararam 7,1% no ano passado, mais do dobro do verificado em 2015. Uma explicação é
a procura crescente do nosso país como destino de investimento por parte de estrangeiros, mas também de portugueses, que, descontentes com a fraca rentabilidade dos produtos financeiros e dos depósitos bancários, viram no mercado imobiliário uma oportunidade de conseguir rentabilidades acima dos 5%.
Lisboa tem já um preço médio por metro quadrado de 2.318 euros, um valor superior em mais de 80% ao preço médio do Porto (1.265 euros) e ao nacional (1.279 euros). E nos centros históricos, os mais procurados, os valores chegam aos 8.000 euros por metro quadrado em Lisboa e aos 3.000 euros no Porto.
in DN
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+351 925 358 869
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