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Ser Entrepreneur é uma alternativa à carreira corporativa?

Ser entrepreneur é uma alternativa à carreira corporativa?

Para nós a resposta é sim!

O CEO da KW Portugal, Eduardo Garcia e Costa, partilhou em 2018 a sua visão sobre este assunto com o IIHR – Instituto de Informação em Recursos Humanos. Continua a ser actual e por isso transcrevemos na íntegra essa sua partilha.

“Durante este século, a economia portuguesa tem estrangulado, de forma crescente, as oportunidades no mundo corporativo para as pessoas mais qualificadas ou talentosas. Em paralelo, o apelo do Entrepreneurship tem sido crescente (mais start-ups, mais mediatismo, mais incentivos, mais literatura, mais seminários,…), fazendo mesmo parte dos programas de ensino universitário. Por isso, esta é uma pergunta que cada vez se tem tornado mais frequente para vários profissionais.

Uma boa forma de caracterizar este dilema é descrita no livro Pai Rico, Pai Pobre, do autor Robert Kiyosaki, onde essencialmente os empregados e auto-empregados (onde se incluem os médicos e advogados) trocam o seu tempo por um rendimento horário. Os donos de um negócio (Entrepreneurs) fazem leverage num modelo/sistema de negócio, o que lhes permite a escalabilidade necessária para romper com esta correlação entre tempo dedicado e rendimento.

Esta é a razão porque 5% da população (os Entrepreneurs) têm 95% da riqueza. A realidade do Entrepreneurship diz-nos que este elevado potencial de rendimentos tem um risco associado. Este risco é de dois tipos:

  • financeiro: como aceder aos fundos necessários? Quando o negócio vai deixar de necessitar de fundos adicionais?
    e
  • económico-operacional: como operacionalizar num negócio uma ideia que o mercado valoriza? Como equilibrar a estrutura de custos com a evolução de receitas? Qual o planeamento necessário? Qual o tempo de aprendizagem para executar o que foi planeado?

Estas incertezas acabam muitas vezes por neutralizar o possível entusiasmo de pessoas qualificadas ou talentosas em seguir o caminho do Entrepreneurship.

Ao contrário da percepção desenvolvida no mercado, a carreira de consultor imobiliário é uma carreira de Entrepreneurship com a grande vantagem de ver resolvida muitas destas incertezas, mantendo o potencial de rendimentos de um negócio de elevada dimensão.

Esta não é a visão que existe sobre esta oportunidade de carreira, pois tradicionalmente, o sector de Mediação Imobiliária olha para a actividade dos consultores imobiliários como uma actividade comercial exercida essencialmente de forma individual, e chama-lhes empresários, quando na realidade são auto-empregados à semelhança de um Advogado ou Médico.

E o auto-emprego não é apelativo para um movimento Entrepreneurship ambicioso o que não tornava atractivo esta alternativa para pessoas mais qualificadas ou talentosas. A leitura atenta do livro E-Myth do autor Michael E. Gerber revela que os movimentos de Entrepreneurship começam tipicamente com o modelo de auto-emprego e só evoluem para um negócio se baseados em modelos e sistemas que lhes permite a escalabilidade necessária.

Os modelos e sistemas para passar de um modelo de auto-empregado para a montagem de um negócio de 1 Milhão de Euros com a actividade de consultor imobiliário são descritos no livro Millionaire Real Estate Agent (MREA) do autor Gary Keller. O negócio do consultor imobiliário tem como base estrutural um elevado nível de serviço a clientes compradores e proprietários em oposição ao modelo mais transaccional que é tradicional no sector.

Este negócio deverá ser suportado em quatro modelos e sistemas todos descritos no livro MREA. Um dos modelos baseia-se no marketing sistemático e estruturado a uma base de dados para gerar novas oportunidades de negócio suportado no serviço prestado a clientes. Outro dos quatro modelos baseia-se no recrutamento, formação e liderança de uma equipa multidisciplinar. Os dois restantes modelos garantem o rigor económico e orçamental.

A formação e treino surgem como elementos essenciais que permitem implementar estes 4 modelos e consequentemente atingir, sem os riscos tradicionais de Entrepreneurship, um negócio de elevada dimensão e romper com a tradição do auto-empregado neste sector.

Por tudo isto, a carreira de consultor imobiliário é provavelmente a maior oportunidade de carreira e de empreendedorismo que se apresenta actualmente no mercado português pois permite ter um negócio com a dimensão financeira e os recursos humanos que a carreira corporativa nos habituou.”

Na Keller Williams encontrámos o ambiente certo para desenvolver a nossa nova carreira e mudar de vida. Gostamos de partilhar com todos este nosso caminho e por isso queremos desafiá-lo para uma conversa informal sobre o que tem sido a nossa actividade e resultados. Poderá ter interesse para si ou para alguém do seu circulo de amizade.
Parece-lhe bem?
Até breve!

Francisco Gameiro – 925358869
Ana Menano – 962024682

ASSOCIATE LEADERSHIP COUNCIL (ALC) 2020

O ASSOCIATE LEADERSHIP COUNCIL (ALC) é um órgão de gestão da Keller Williams, constituído por Consultores (normalmente 5) escolhidos entre os 20% mais produtivos de cada Market Center.

Os membros do ALC estão envolvidos nas decisões de liderança com impacto no crescimento e rentabilidade dos Consultores e da empresa. Cada elemento do ALC tem a responsabilidade de liderar um Comité.

Depois de em 2015 ter sido convidado para pertencer ao primeiro ALC da KW Ábaco, liderando o comité do Crescimento e em 2017 ter ficado responsável por apoiar os 4 comités, o nosso Lead Agent Francisco Gameiro, ficará em 2020 com a responsabilidade de liderar o comité da Cultura o que nos enche de orgulho.

A Cultura da KW é única desde a sua fundação e define-nos enquanto empresa.
O objectivo do Francisco é contribuir para clarificar o que é e como podemos viver diariamente a nossa Cultura no nosso relacionamento com os que nos rodeiam, adoptando uma postura de contribuição e serviço aos outros, pautada pelo cumprimento dos nossos valores e princípios.

Equipa Gameiro KW
#cultura #gratidão #ALC #kwportugal #kwábaco #equipagameiro #52pontosculturakw #WI4C2TS

 

UMA NOVA CARREIRA COM O FUTURO GARANTIDO

Existe uma nova Carreira com futuro garantido: “Consultor Imobiliário”

Olhar para o mercado imobiliário como uma oportunidade para criar uma Nova Carreira Profissional tem sido mais que um mero subterfúgio para colmatar a falta de emprego de curto, médio ou longo prazo.
Há mais de 10 anos nesta actividade, a Equipa Gameiro KW conseguiu construir uma Carreira Profissional de forma crescente e consistente que tem permitido deter um negócio organizado e com uma perspectiva de futuro, assente em Modelos e Sistemas testados durante mais de 15 anos. Tem sido gratificante verificar que o nosso negócio tem crescido significativamente, fruto das referências de Clientes satisfeitos que recomendam os nossos serviços a familiares, amigos e conhecidos.
O investimento numa formação diária e intensa ao longo dos anos e a nossa vontade de continuar a aprender, tem-nos permitido crescer como pessoas e como profissionais. Também tem sido importante estarmos rodeados pelas pessoas certas, empreendedoras e dinâmicas, com mindset positivo, assim como fazer parte de uma empresa de topo que aposta na construção de “Carreiras de Sucesso”, reconhecendo a importância de se “Deter Um Negócio” que permita “Viver Uma Vida Que Valha a Pena Viver”. A Keller Williams privilegia e apoia o desenvolvimento da Marca Pessoal dos seus Consultores Associados e a criação dos seus negócios próprios versus apenas o objectivo de reunir um conjunto de vendedores de imóveis.

A KW tem recebido no seu seio, inúmeros profissionais que à semelhança da Equipa Gameiro, têm construído uma Carreira Profissional da qual se orgulham. Dia a dia ajuda a mudar o paradigma de esta ser uma actividade de curto prazo como forma de subsistência temporária, para a construção de uma Carreira com uma margem de evolução sem limites.
A pouco e pouco a influência positiva da KW no mercado Português, eleva os padrões de serviço ao cliente, arrastando todo o sector para um nível de reconhecimento profissional como nunca antes havia sucedido.

Em Portugal, nos dias de hoje é possível trocar um emprego “supostamente” seguro com carácter permanente, por uma Carreira Empresarial, montando um negócio próprio onde o volume de negócios depende exclusivamente da vontade, esforço e empenho de cada Consultor Imobiliário e da aplicação dos Modelos e Sistemas de que dispomos.

É possível trocar um salário mensal fixo com uma evolução limitada por um volume de facturação e rendimento ilimitados!

Estamos orgulhosos e felizes com a Carreira de Consultores Imobiliários que escolhemos e por isso gostaríamos de recrutar talento em todo o País: Braga, Porto, Gaia, Coimbra, Leiria, Lisboa, Cascais, Almada, Madeira, Algarve.

Conhece alguém que esteja interessado em conhecer este projecto e começar uma Carreira interessante?

Pode ligar-nos para 962024682 ou enviar e-mail para recrutamento@equipagameiro.pt

Até breve!

ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA OU CRIATIVIDADE?

Especulação Imobiliária ou Criatividade?

LOCAL – Feira da Ladra, em Lisboa

AMBIENTE – um pequeno apartamento de 30 m2 situado ao nível de um terceiro andar sem elevador, inserido num pequeno prédio bastante degradado.

O apartamento foi vendido por 150.000 euros! Loucura total, cinco mil euros por m2?! Na Feira da Ladra? Todo podre? Quem foi o “louco” que deitou à rua tanto dinheiro?
“Quando entrei no apartamento, olhei à minha volta, fixei 3 ou 4 detalhes, fechei os olhos e disse: É meu! Pode apresentar a proposta pelo valor que estão a pedir, eu compro!” Foi assim que J.M. natural de Ourém me contou na primeira pessoa como tinha sido esta “aventurada compra de risco calculado”.
“Vejo muitos apartamentos todas as semanas e sou rápido nas visitas. Faço sempre o mesmo, entro e se nada me chama a atenção saio de imediato. Muitas vezes os seus Colegas ficam zangados comigo, pois saio mais rápido do que quando entrei. Outras vezes, muito poucas, dou uma olhadela e se algum pormenor me chama a atenção então começo a imaginar e posso estar 2 horas a visitar o apartamento. Depois não hesito e compro de imediato!” “Sei onde pegar e como pegar para fazer uma coisa única e diferente”
J.M. tem uma imensa habilidade na carpintaria, trabalha o ferro e outros metais como ninguém para além de tratar as ferramentas por tu. Conjuga materiais diversos de uma forma criativa e harmoniosa. Inventa cantos e recantos, cria desníveis nivelados (sim, só vendo).
Na cintura traz sempre consigo as ferramentas e utensílios básicos para trabalhar a sua arte, na sua cabeça transporta uma imaginação fértil, sem limites.
Com uma janela que emoldura a vista sobre o Panteão Nacional e o Tejo como fundo, J.M criou à sua volta uma obra de arte. O pequeno apartamento de 30 m2 ficou transformado num local acolhedor, diferente, único e “simplesmente complicado” de não se admirar! Qual Picasso!
Ainda a obra não estava totalmente terminada e alguém subia as escadas até ao último piso. Entrou… olhou à sua volta apreciando todos os cantos e recantos e… apaixonadamente disse:
“É meu! Compro! Compro pelo valor que estão a pedir. São 260.000 euros não é?
Negócio fechado e mais uma venda “especulativa” segundo a opinião de uns, uma “loucura” na opinião de outros! Poderá ter sido “paixão” a quase 9.000 euros o m2?
Quem atribui aos quadros de Picasso, Matisse ou Kandinsky o valor de milhões?
Poderá a “criatividade” Acrescentar Valor ao preço de mercado de um imóvel?

Nota: Esta é uma “história” verídica em cujo negócio a Equipa Gameiro não interveio. Acompanhámos de perto a situação pois estávamos a promover a venda de um outro apartamento no mesmo prédio. A nossa actividade de prospecção e a curiosidade fez-nos subir as escadas e conhecer o J.M.. Adquirimos mais uma experiência que enriquece a nossa Proposta de Valor para os nossos Clientes.

Connosco a sua casa vale mais?
Claro que sim!

BOLHA IMOBILIÁRIA OU INOVAÇÃO IMOBILIÁRIA?

Será que no mercado imobiliário actual se deve falar de  Bolha Imobiliária ou de Inovação Imobiliária?

A “habilidade” e a “imaginação” de cada proprietário no que concerne à utilização do seu imóvel alocando o mesmo a determinada actividade, conjugadas com a sua “visão” e a sua “capacidade de gestão”, fazem com que imóveis, idênticos nas suas características e com a mesma localização, possam ter valores de mercado bem diferentes.

O mercado comprador reconhece que Acrescentando Valor aos imóveis através de remodelações personalizadas e criativas ou afectando a utilização dos mesmos a determinadas actividades comerciais e de serviços, tem sido possível verificar a venda de imóveis por valores considerados “especulativos”. Esta é uma realidade que constatamos diariamente quer no segmento habitacional quer no segmento do comércio ou escritórios e que no nosso ponto de vista assenta em duas variáveis que raramente se têm em conta; a “Paixão que o produto desperta em determinadas pessoas” e uma “Rentabilidade acima da média criada por negócios criativos”.

Trabalhar diariamente com Pessoas que pretendem vender e comprar imóveis, faz-nos absorver muita informação, que correctamente interpretada e trabalhada, nos permite ficar na posse de uma vasta experiência que colocamos ao serviço dos nossos Clientes, aumentando desta forma a qualidade da nossa Proposta de Valor.

Em breve abordaremos este tema com maior detalhe, contanto mais uma História na Vida de um Consultor Imobiliário!

Connosco a sua casa vale mais? Claro que sim!

 

O ALOJAMENTO LOCAL – Uma Lisboa de 2010 ou uma Lisboa de 2018?

Quando em 2010 abracei a Carreira de Consultor Imobiliário, fi-lo numa pequena agência imobiliária de uma grande marca cujos escritórios estavam instalados na zona da Graça em Lisboa. Por comodidade arrendei um apartamento T1 no Largo da Graça o que me permitiria “viver” a zona onde trabalhava, com maior rapidez e maior profundidade.

Uma das principais e mais importantes actividades de um Consultor Imobiliário é centrada na prospecção geográfica que implica andar na rua, bater às portas das casas e falar com as pessoas que aí habitam, trabalham e circulam.

Conhecendo mal Lisboa como conhecia na altura, escolhi as zonas envolventes à Graça com especial incidência em Alfama, Mouraria e o Martim Moniz, precisamente três das zonas com maior taxa de casas e apartamentos em Alojamento Local.

Consideramos que esse tema, tem sido largamente discutido nas redes sociais e jornais, arrastando “paixões e razões” e muito pouco discutido na sua “especialidade” isto é discutido seriamente cara a cara, com, e entre os intervenientes no assunto; habitantes, proprietários, inquilinos, comércio, profissionais do AL, utilizadores etc. Falta ao tema uma moderação séria e desinteressada, com o objectivo de ajudar as partes envolvidas a ultrapassar as diferenças e os incómodos sentidos. Caberia pois o papel de moderador à classe politica o que na realidade não acontece. As tentativas de legislação e regulação são feitas aos retalhos e muitas das iniciativas em curso são tomadas em função dos jogos políticos, esquecendo as pessoas.

Voltando a 2010 e à minha actividade de prospecção, conheci as ruas e os habitantes de Alfama, Mouraria e Martim Moniz tal e qual a forma como factualmente as vou descrever, sem juízos do certo ou errado.

  • 90% dos prédios em cada uma destas zonas encontrava-se em péssimas condições de habitabilidade, fechados ou em ruínas.
  • Os poucos habitantes destas zonas eram na sua maioria pessoas idosas ou famílias com parcos recursos que viviam num limiar de pobreza.
  • Não existia comércio e facilmente ouvia-mos dos habitantes mais idosos as queixas por não terem lojas para se abastecerem.
  • As dificuldades na circulação pedonal eram enormes, pois os pisos tortuosos e destruídos dificultavam a locomoção das pessoas mais idosas.
  • Facilmente podíamos ouvir “vivemos isolados no centro de Lisboa” “estamos abandonados à nossa sorte”.
  • A falta de iluminação nocturna atraia o comércio de droga e a prostituição o que na ausência de outros tipos de vivência se evidenciava grandemente.
  • A insegurança dos habitantes era preocupante e disso se queixavam frequentemente.
  • Sentia-se uma desertificação total e muitas das ruas mais estreitas estavam meses e meses cortadas por derrocadas de paredes e muros dos prédios abandonados.

Não vou descrever o estado destas zonas de Lisboa nos dias de hoje pois são bem conhecidas não só pelos seus habitantes mas também pelos Portugueses de Norte a Sul e Ilhas já não falando dos estrangeiros que diariamente aí habitam e circulam com caracter periódico ou permanente.

As diferenças são abissais!

O que queremos todos para Lisboa? Uma Lisboa de 2010 ou uma Lisboa de 2018? Será possível ter em 2020 uma Lisboa para todos?

Não é Lisboa uma das Capitais do Mundo? Para nós, Equipa Gameiro sim é!

Nota: O AL do interior de Portugal terá que sobreviver com as regras que se pretendem impor desde Lisboa e com base numa realidade diferente?

Francisco Freire Gameiro

 

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