" /> Ana Menano, Author at Equipa Gameiro - Página 2 de 2

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5 DICAS PARA ORGANIZAR A ROUPA NA TROCA DE ESTAÇÃO

Chegou o Outono e brevemente terá de por de lado a roupa fresca de Verão. Se não tiver um closet de sonho, onde cabe tudo, vai precisar de organizar o seu guarda-roupa. Aqui ficam 5 dicas para organizar a roupa na troca de estação.

1º  – Começe por retirar tudo do armário e separar as peças por estação. Aquelas que você usa apenas no inverno, outras peças que servem na meia-estação e por último aquelas que você usa somente quando faz calor. Aproveite para por de lado o que já não usa e o que não lhe fica bem e ofereça a alguém! Aproveite também para limpar o armário por dentro.

2º  – Feita a separação pode visualizar melhor o que tem o que torna esta tarefa bem mais fácil. Começe a organizar as suas peças separando-as por tipo de artigo: camisolas, calças, acessórios, etc.. Há no mercado diversos tipos de caixas organizadoras e de vários tamanhos que ajudam muito neste trabalho.

3º – Com tudo organizado de acordo com o tipo de roupa, já poderá pensar em colocar todas as coisas de volta no roupeiro. De acordo com a estação atual poderá começar a organização colocando nos lugares mais altos ou fundos as roupas de outras estações. Deixe de forma intermediária as roupas de meia-estação, tais como casaquinhos e blusas de manga comprida, pois estas sim poderão ser necessárias. E na frente e de forma mais fácil as roupas da estação actual, de modo a estarem mais acessíveis para o dia a dia.

4º. O mesmo critério deve ser utilizado com as roupas que ficam penduradas em cabides. As da estação actual devem estar com acesso mais fácil. Mesmo num roupeiro pequeno mantenha juntas as peças do mesmo tipo, como por exemplo: os casacos, as camisas, os vestidos, saias e as calças. Isto facilita muito no momento em que quiser encontrar alguma peça. Também poderá organizar cada grupo por cores criando um degradê agradável à vista.

 

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Conte com a nossa ajuda! O nosso compromisso é surpreendê-lo de modo a que não hesite em repetir ou recomendar a experiência que connosco viveu.

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Keller Williams: Nº #1 e ainda agora começámos!

Foram espectaculares os resultados da Keller Williams em 2017!

A marca Keller Williams já era um líder claro em termos de numero de agentes desde 2014 tendo reforçado a sua posição ao longo de 2015 e 2016. Em 2017 continua o crescimento de numero de agentes de uma forma já imparável.

Keller Williams - Crescimento em número de consultores imobiliários

Em termos de volume e número de negócios fechados é a primeira vez que a Keller Williams está na liderança, ficando segundo o seu CEO, John Davis, parte desse crescimento a dever-se à estratégia de internacionalização da marca. Estes resultados vêm dar razão aquela que muitos consideram ser uma estratégia ganhadora da maior marca de franchising imobiliário do mundo: Estabelecer relações Win-Win entre todos os participantes no negócio e a implementação de uma cultura que as restantes marcas simplesmente não conseguem copiar.

Keller Williams - Crescimento em volume de faturação

Keller Williams - Crescimento em número de imóveis vendidos

Os gráficos são elucidativos do percurso desta mega empresa onde temos muito orgulho em trabalhar.

#1 em número de agentes

#1 em volume de negócios

#1 em número de transacções

 

Escrituras de venda de casas passam a mencionar modo de pagamento

Desde o final de 2017 que as escrituras de compra e venda de imóveis têm que identificar todos os meios de pagamento através das quais os prédios são transaccionados.

Esta é uma medida que visa permitir às autoridades seguir o rasto ao dinheiro envolvendo transacções de imóveis e reduzir os riscos de negócios simulados.

As novas regras foram publicadas em Agosto de 2017 em Diário da República, no diploma que cria o Registo Central do Beneficiário Efetivo (RCBE), e concretizam-se através de alterações ao Código do Registo Predial e ao Código do Notariado.

Com estas alterações, se um prédio for comprado através de cheque, por exemplo, será preciso indicar o seu número e o banco. E no caso de se tratar de uma transferência bancária terão de ser identificados o banco e o número da conta. Tudo elementos que não constavam das escrituras. No caso de pagamentos em dinheiro, terá ainda de ser indicada a moeda usada na transacção e este será um meio limitado já que existe uma proposta que limita o dinheiro vivo a 3.000 euros.

Fonte: Jornal de Negócios

EVENTO KW | RED DAY da KW Ábaco Campo Pequeno

EVENTO KW
Aqui fica o vídeo do RED DAY da KW Ábaco Campo Pequeno onde nós Equipa Gameiro KW participámos.
Veja como foi o nosso dia!

Equipa Gameiro no TOP 20% da KW PORTUGAL

No passado dia 16 de Março, realizou-se em Espinho mais uma reunião TOP 20% da KW Portugal. A audiência era de topo e até o CEO da Keller Williams – Chris Heller quis marcar presença.
Perante uma sala cheia, analisaram-se resultados e definiram-se estratégias para o futuro, que se quer, ainda com melhores resultados.
Muito felizes por fazer parte deste grupo!
#top20% #kwportugal #topproducers #equipagameiro

10 dúvidas sobre o IMI

Abril é o mês em que o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) tem de começar a ser pago. Se a fatura for até 250 euros, terá de a pagar de uma só vez. Se o valor não ultrapassar os 500 euros poderá dividir em duas prestações. Só se o valor a pagar for maior do que 500 euros é que poderá pagar em três vezes. Para muitos portugueses, este imposto ainda suscita algumas dúvidas, conheça a resposta a dez das perguntas mais frequentes sobre IMI.

1. O que é o IMI?

O IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) é um imposto que incide sobre o valor patrimonial tributário dos imóveis situados em Portugal. Este imposto entrou em vigor em 2003, substituindo a Contribuição Autárquica, e reverte para os respetivos municípios.

2. Quem paga IMI?

O sujeito passivo é o proprietário do imóvel a 31 de dezembro do ano a que respeita o imposto. Assim, mesmo que a 1 de janeiro o imóvel seja vendido, o IMI desse ano será da responsabilidade do anterior proprietário, uma vez que em 2016 está a ser liquidado o IMI de 2015.

3. Como se calcula o IMI?

O IMI é calculado com base no Valor Patrimonial Tributário (VPT) atribuído ao imóvel ao qual é aplicada uma taxa fixada anualmente pelo município (VPT x taxa de IMI). A forma como o VPT é calculado varia. Desde 2013 que os imóveis são avaliados segundo as novas regras e o VPT é calculado em função de vários fatores, como o valor de construção por metro quadrado, área bruta, localização, qualidade, conforto e idade do imóvel, atualizados a cada três anos. Assim, todos os imóveis que não mudaram de proprietário depois de dezembro de 2003 foram avaliados de acordo com as novas regras, que permitirá avaliar o seu valor patrimonial.

Os imóveis que foram comprados antes de 2004 têm por base o valor que estava na matriz e aos quais foram aplicados coeficientes de desvalorização da moeda que permitiram atualizar o valor patrimonial tributário. Este tinha por base a data e o valor da primeira inscrição matricial.

4. O que é o valor patrimonial tributário?

O valor patrimonial tributário dos prédios é o seu valor determinado por avaliação feita de acordo com as regras do Código do IMI. Este valor está registado na matriz predial.

5. Quais são as taxas de IMI?

Ao valor tributário dos imóveis nacionais são aplicáveis as seguintes taxas: 0,8% para os prédios rústicos. Sobre os imóveis urbanos incide uma taxa entre os 0,3% e os 0,5%, cabendo a cada município definir todos os anos o que vai cobrar. As propriedades com domicílio fiscal em “offshores” são tributadas a 7,5%, independentemente do tipo de imóvel. Conheça aqui a taxa de imi cobrada pelo seu município.

Dito isto, os municípios podem majorar ou reduzir as taxas gerais em determinadas situações previstas no artigo 112º do Código do IMI, como por exemplo as áreas que sejam objeto de operações de reabilitação urbana ou combate à desertificação.

6. Qual o prazo de pagamento de IMI?

O IMI é pago anualmente através de um documento único de cobrança (DUC) em abril, caso seja apenas uma prestação, para montantes iguais ou inferiores a 250 euros. Se o valor estiver entre os 250 e os 500 euros, poderá pagar em duas prestações, em abril e novembro. Caso o montante seja superior a 500 euros, poderá pagar em três vezes (abril, julho e novembro).

7. Quais as consequências de não pagar o IMI no prazo de legal?

Se não pagar dentro do prazo legalmente estabelecido no documento de cobrança, quer a liquidação tenha ocorrido no prazo normal, quer seja fora do prazo normal, pagará juros de mora. O não pagamento de uma prestação ou anuidade implica o imediato vencimento das restantes e irá pagar juros de mora.

8. Onde pode ser pago o IMI?

O IMI pode ser pago nas secções de cobrança dos Serviços de Finanças, nos balcões dos CTT, nos balcões das instituições de crédito com protocolo para o efeito celebrado com a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), na rede de caixas automáticas Multibanco ou por home banking.

9. Que meio de pagamento posso utilizar para pagar o IMI?

Para liquidar o IMI poderá utilizar os meios de pagamento normais, como dinheiro, caixa Multibanco, home banking ou cheque cruzado, emitido à ordem da “Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP, EPE”, datado com o dia do pagamento ou um dos dois dias imediatamente anteriores, conjuntamente com a apresentação do documento de cobrança. Se efetuar o pagamento nos CTT, o cheque será emitido à ordem de “Correios de Portugal”.

10. Quem tem direito a isenção?

Estão isentos de imposto municipal sobre imóveis os proprietários cujo rendimento coletável, para efeitos de IRS, no ano anterior, não seja superior a 153.300 euros. A isenção é reconhecida pelo chefe do serviço de finanças da área, por um período de três anos, se o valor patrimonial tributário do prédio não exceder 125 mil euros.

Os agregados familiares com rendimento bruto anual não superior a 2,3 vezes o valor do IAS (15.295 euros) e o valor patrimonial do imóvel em questão não exceda 10 vezes o valor anual do IAS (66.500 euros) também estão isentos do pagamento deste imposto. De referir que até que o valor do IAS atinja o valor do ordenado mínimo nacional, aplica-se o valor de 475 euros (Retribuição Mínima Mensal Garantida de 2010).

in saldopositivo.cgd.pt

 

 

 

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