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CONTRATOS DE HABITAÇÃO VITALÍCIOS. SABE O QUE SÃO?

Já é possível ter uma casa para toda a vida sem ter de a comprar. Saiba como vão funcionar os Contratos de Habitação Vitalícios.

O Direito Real de Habitação Duradoura (DHD) já foi aprovado em Conselho de Ministros.

Este diploma pretende criar “uma solução habitacional alternativa, que compatibiliza a necessidade de segurança e estabilidade com a flexibilidade adequada aos percursos pessoais e familiares, que reduz significativamente o endividamento das famílias”, diz o Ministério das Infraestruturas e Habitação. Aqui não é preciso comprar para ter uma casa para toda a vida.

Ao mesmo tempo, o DHD procura ser um modelo “rentabilização dos imóveis atractivo para que os proprietários os disponibilizem para esse fim, aumentando a oferta habitacional em regimes alternativos à compra e venda“. Saiba, em 12 pontos, como vão funcionar estes contratos:

1. O que é o Direito de Habitação Duradoura (DHD)?
O DHD é o direito de uma ou mais pessoas residirem de forma permanente e vitalícia numa habitação, mediante o pagamento ao proprietário de uma caução inicial e de uma prestação mensal. Surge, assim, como uma alternativa às soluções de aquisição de habitação própria ou de arrendamento habitacional.

2. Qual é a duração do DHD?
Com a constituição do DHD, o morador tem o direito de residir toda a vida na habitação. Ainda assim, o morador pode renunciar livremente ao DHD em qualquer momento, sendo-lhe devolvida a totalidade ou parte da caução paga ao proprietário (ver ponto número cinco).

3. Quem pode constituir um DHD?
É constituído pelo proprietário de uma habitação a favor de um ou mais moradores. Qualquer pessoa, singular ou colectiva, pública ou privada, proprietária de uma habitação pode constituir um DHD, desde que esta esteja livre de encargos e ónus (nomeadamente, de uma hipoteca) e seja entregue ao morador com um nível de conservação, no mínimo, médio. E qualquer pessoa, ou conjunto de pessoas singulares, pode constituir-se como morador.

4. Como é constituído o DHD?
O DHD é constituído através de contrato celebrado por escritura pública ou por documento particular no qual as assinaturas das partes são presencialmente reconhecidas. Está sujeito a inscrição no registo predial, a requerer pelo morador no prazo de 30 dias a contar da data de celebração do contrato.

5. De que forma é pago o DHD?
Com a constituição do DHD, o morador paga ao proprietário uma prestação mensal, cujo valor é livremente estabelecido entre ambos. Além disso, paga também uma caução inicial — que lhe pode ser devolvida, em parte ou na totalidade, se renunciar ao DHD durante os primeiros 30 anos de residência na habitação:

  • O valor da caução tem obrigatoriamente que ser entre 10% e 20% do valor mediano de venda de mercado da habitação, de acordo com a sua localização e dimensão. Este valor mediano é calculada com base no indicador de preço de venda por metro quadrado divulgado pelo INE.
  • Nos primeiros dez anos de vigência do contrato, o morador tem o direito a lhe ser devolvida a totalidade da caução prestada caso decida renunciar ao DHD.
  • A partir do 11.º ano de vigência, e até ao 30.º ano, é deduzido anualmente o montante de 5% da caução, como forma de pagamento ao proprietário. Assim, no final do 30.º ano a totalidade da caução terá sido paga ao proprietário.
  • Em qualquer momento entre o 11.º e o 30.º ano de vigência do DHD, o morador tem o direito a lhe ser devolvida o saldo restante da caução, caso renuncie ao DHD.

Quando existam quantias em dívida decorrentes do não cumprimento pelo morador das suas obrigações, o proprietário, em qualquer caso de extinção do contrato, pode deduzi-las do montante do saldo da caução a devolver ao morador.

6. Quais são as vantagens do DHD?
Para o proprietário da habitação o DHD tem as seguintes vantagens:

  • Rentabilidade estável e segura, dado que a garantia da caução paga pelo morador neutraliza o risco do não pagamento por este das contrapartidas devidas ou de não realização das obras que deve efectuar;
  • Redução significativa do custo da gestão do seu património edificado, pois é o morador que tem a seu cargo a realização das obras de conservação ordinária e o pagamento das despesas relativas às mesmas, às taxas municipais e ao IMI;
  • Possibilidade de gerir e rentabilizar o capital correspondente à caução paga pelo morador;
  • Direito de reaver a habitação em estado de conservação, no mínimo, médio, em caso de extinção do direito. Quando recupera a habitação, se não tiver sido assegurado pelo morador o estado de conservação da habitação, no mínimo, médio, o proprietário pode deduzir as despesas das obras no saldo da caução a devolver ao morador.

Para o morador, o DHD tem as seguintes vantagens:

  • Direito a residir toda a vida numa habitação. O morador goza de um direito vitalício, que só pode ser extinto se ele assim o desejar ou se entrar em incumprimento definitivo do contrato;
  • Muito menor necessidade de investimento (e endividamento, se for caso disso) em comparação com a aquisição de casa própria;
  • Solução alternativa em condições de estabilidade e segurança para as situações em que a aquisição com recurso a crédito não é possível ou desejável;
  • Solução para os proprietários ocupantes que desejem vender a sua habitação sem comprometer o acesso a uma nova solução habitacional em condições de estabilidade, reinvestindo apenas uma pequena parte do valor de venda têm acesso a uma nova habitação de forma estável, libertando a verba restante para complementar o orçamento familiar ou reinvestir;
  • Direito à devolução, total ou parcial, da caução, caso opte por renunciar ao DHD nos primeiros 30 anos de vigência do mesmo (ver ponto cinco), podendo posteriormente reutilizar esse montante para aceder a outra solução habitacional mais adequada ao seu percurso pessoal, familiar ou profissional;
  • Possibilidade de hipotecar o DHD se precisar de contratar crédito para pagar a caução.

7. Quais são as obrigações do proprietário e do morador?
Cabe ao proprietário:

  • Entregar a habitação ao morador em estado de conservação, no mínimo, médio;
  • Pagar os custos de obras e outros encargos relativos às partes comuns do prédio e, no caso de condomínio constituído, pagar as quotizações e cumprir as demais obrigações enquanto condómino;
  • Assegurar a vigência de seguros relativos ao prédio e à habitação que sejam legalmente obrigatórios;
  • Realizar e suportar o custo das obras de conservação extraordinária na habitação (salvo se as anomalias existentes resultarem de actos ilícitos e ou do não cumprimento de obrigações por parte do morador);
  • Gerir o montante recebido a título de caução e, com a extinção do DHD, assegurar a devolução ao morador do saldo devido.

Cabe ao morador:

  • Utilizar a habitação exclusivamente para sua residência permanente;
  • Pagar as taxas municipais e o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI);
  • Realizar e suportar o custo das obras de conservação ordinária na habitação e da avaliação do estado de conservação da habitação a cada oito anos. Quando o nível de conservação da habitação resultante desta avaliação periódica for inferior a médio, e a avaliação demonstre que as anomalias existentes resultam da não realização de obras de conservação ordinária, o morador deve promover a realização das obras necessárias à reposição do nível médio de conservação e confirmá-lo através de nova avaliação.
  • Consentir ao proprietário a realização das obras de conservação extraordinária, a que este está obrigado, e informá-lo logo que tenha conhecimento da existência de anomalias na habitação cuja reparação seja obrigação do proprietário.

8. Em que condições pode o DHD ser extinto?
O DHD pode ser extinto por renúncia do morador, com a morte do morador (ou, se o DHD for constituído a favor de mais do que uma pessoa, com a morte do último deles) ou por incumprimento definitivo de qualquer uma das partes.

Constituem causa de incumprimento definitivo:

  • O não pagamento de montantes devidos pelo morador ou pelo proprietário, uma vez ultrapassados os prazos estabelecidos;
  • Reincidência de atraso no pagamento de montantes devidos pelo morador, três, quatro ou cinco vezes (seguidas ou interpoladas) consoante o contrato vigore respectivamente há menos de 15 anos, há mais de 15 e menos de 30 anos ou há mais de 30 anos.

O morador pode renunciar livremente ao DHD em qualquer momento da vigência do DHD, com uma antecedência mínima de 90 dias em relação à data de entrega da habitação.

Uma vez extinto o DHD, o morador deve entregar a habitação ao proprietário com nível de conservação, no mínimo, médio. Se a extinção do DHD ocorrer nos primeiros 30 anos de vigência do contrato, proprietário deve devolver ao morador o saldo da caução, cujo montante dependerá do momento efectivo em que a extinção ocorre (ver ponto cinco). Quando existam quantias em dívida decorrentes do não cumprimento pelo morador das suas obrigações, o proprietário, em qualquer caso de extinção do contrato, pode deduzi-las do montante da caução a devolver ao morador.

9. Um morador pode dar o DHD como garantia bancária num crédito para pagar a caução?
Sim. O DHD só pode ser hipotecado pelo morador para garantir crédito que lhe seja concedido para pagar, no todo ou em parte, o valor da caução. O cancelamento da hipoteca na sequência da renúncia do morador tem sempre de ser autorizada pelo credor hipotecário. Se o morador adquirir a propriedade do imóvel sobre o qual foi constituído o DHD, a hipoteca transfere-se para a propriedade.

10. O que acontece se existir uma hipoteca sobre o DHD e o morador deixar de cumprir as suas obrigações junto do banco?
O banco pode proceder à execução da hipoteca constituída sobre o DHD. Neste caso, o proprietário tem opção de compra deste direito, podendo, para o efeito, utilizar o saldo da caução existente à data. Se o proprietário não exercer a sua opção de compra, o DHD pode ser vendido pelo banco, como forma de se fazer pagar do valor em dívida. Quem comprar o DHD neste processo de venda executiva tem direito a residir na habitação até que passem 30 anos desde a data de constituição do DHD.

11. Uma habitação com um DHD constituído pode ser vendida?
Sim, o proprietário pode transmitir livremente a terceiros a sua propriedade. Neste caso o DHD mantém-se.

12. O DHD pode passar de pais para filhos?
Não. A única circunstância que um DHD pode ser transmitido é no caso de execução da hipoteca contraída pelo morador como garantia do crédito para pagar, no todo ou em parte, o valor da caução.

Fonte: ECO

ANO NOVO VIDA NOVA!

Ano Novo Vida Nova. Será?

Com a aproximação do final do ano é natural começarmos a pensar no que desejamos para o Novo Ano. Mas infelizmente intenções não são suficientes.
É necessário algo mais profundo que exige tempo que muitas vezes não temos e reflexão que muitas vezes evitamos. No entanto é simples e poderoso: aprender a viver com um propósito. Quando conseguirmos isso, a vida diária será mais feliz e bonita.

A vida dos tempos modernos é parecida com um comboio de alta velocidade. A paisagem está mesmo do outro lado da janela, mas a maior parte de nós vai demasiado rápido para realmente ver e experienciar a beleza que apresenta. As pessoas entram e saem do comboio, sempre focadas no seu destino, a próxima tarefa na lista, a próxima grande coisa.

Viver com alma é a solução perfeita para este desassossego. Pensamos que a vida deve ser sobre descobrir a felicidade e beleza entre destinos, não o destino em si.

E o que é viver com Alma?
É simples. Fazer um esforço consciente para viver cada momento com intenção, é viver com mais alma. Pense naqueles momentos em que no caminho para o escritório vai a trabalhar para ter aqueles 10 minutos extra de trabalho feito. Valeu a pena não escolher observar o mundo à sua volta apenas para responder a alguns e-mails? Provavelmente não. Na verdade, o mais provável é que se tivesse optado por desfrutar do cenário, a paz interior que isso iria criar, podia ajudá-lo a ser mais produtivo quando chegasse ao trabalho.

Viver com propósito e criar mais alegria
Para nós viver com propósito é viver uma vida saudável e intencional, é perguntar a nós próprios o que nos fará felizes. O propósito vem da nossa alma, enquanto os objectivos vêm da nossa mente.” As 3 questões seguintes ajudam-nos a seguir o caminho certo para viver desta forma:

  • Quem sou eu?
  • O que é que quero para a minha vida?
  • Como posso servir os outros?

As respostas muitas vezes não são aquilo que esperamos logo de início mas não tem problema. É um processo.

Transformar as rotinas diárias em momentos com significado
Viver com alma não requer que alteremos drasticamente os nossos horários, apenas que abrandemos o nosso ritmo e façamos escolhas mais conscientes. Todos temos que comer e podemos fazer escolhas saudáveis e deliciosas que nos nutrem por dentro e por fora. Também podemos tomar um luxuriante banho em vez de um duche rápido ocasionalmente pois tem benefícios físicos e psicológicos profundos e duradouros. O nosso corpo precisa de dormir para sobreviver, mas por exemplo dedicar tempo para praticar yoga especialmente criado para melhorar a qualidade do sono, vai fazer com que acordemos mais frescos e prontos para enfrentar o dia. Uma conversa no sofá com alguém querido e uma chávena de chá pode trazer-nos a tranquilidade que precisamos e satisfazer a nossa necessidade de pertença. Pequenos ajustes à nossa rotina diária ajudam-nos a levar uma vida com mais alma.

Talvez já esteja a viver uma vida com alma mesmo sem saber ou talvez queira começar já hoje. Aqui estão algumas formas de descobrir ou de se inspirar para viver uma vida com mais propósito:

  • Fazer um detox digital
  • Criar o seu próprio projecto de felicidade
  • Iniciar o seu diário de gratidão
  • Começar a praticar meditação

Nós escolhemos passar pela vida e não deixar que a vida passe por nós e todos os dias fazemos pequenas escolhas nesse sentido.

Feliz 2020!
Equipa Gameiro
Francisco e Ana

COWORKING, JÁ CONHECE?

Coworking, já conhece?
É uma alternativa ao escritório tradicional e uma comunidade de partilha e ajuda mútua.

A partilha de um espaço de trabalho é um conceito em expansão no nosso País e tem já muitos projectos em funcionamento e muitos outros a caminho.
É uma tendência que está a modificar a forma como as empresas e empreendedores trabalham, partilham negócios e se relacionam entre si em geral.

Dá a quem o utiliza a oportunidade de aumentar o networking com pessoas de diversas áreas e estilos, vem colmatar a questão do isolamento de quem até agora tinha um modelo de trabalho em que utilizava um “home office” e de um modo geral aumentar a produtividade.
Estes espaços têm preços para diversos tipos de utilização e uma estrutura e modo de funcionamento completamente flexível.

Por outro lado partilhar um espaço de trabalho pode ser a solução para a escassez de escritórios em Lisboa e Porto. Este é um segmento de mercado com resultados visíveis em dezenas de empresas em todo o mundo que já utilizam o coworking nalguma escala e esperam aumentar o grau de compromisso com este tipo de espaços ao longo dos próximos anos.
Esta solução permite uma poupança nos custos de ocupação em muitos casos superior a 5% e muitas empresas reconhecem que a integração de espaço flexível na sua estratégia proporciona um valor significativo em termos de atracção de talento, ao mesmo tempo que reduz os custos de ocupação ao permitir adaptarem-se às variações constantes no número de colaboradores sem terem de aumentar os seus custos fixos.

Em Portugal, estima-se que este conceito agregue uma oferta total de 130.000 metros quadrados, dos quais 60% concentrados em Lisboa e 13% no Porto. Neste momento ainda tem um peso residual no parque total de escritórios em ambas as cidades, um valor um pouco abaixo dos 2%.


Conheça agora alguns exemplos deste novo modelo de negócio

Places
Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
O mítico Cinema Quarteto, foi transformado no Places – um novo espaço de cowork na cidade num edifício com três pisos e um belo terraço para fugir do trabalho de tempos a tempos.

Wood
Marquês de Pombal
Localizado num edifício lisboeta dos anos 60, oferece um andar dedicado ao coworking com espaços partilhados com design de luxo e e zonas exteriores muito bonitas.

Resvés Cowork
Campo de Ourique
O cowork Resvés garante o acesso 24 horas aos membros. Tem bicicletas partilhadas e quer ser um pólo de dinamização cultural e de networking na cidade.

Unicorn Workspaces
Avenida da Liberdade
Depois da Alemanha, a empresa Unicorn Workspaces fez a sua expansão internacional e aterrou em Lisboa e tem dois espaços: uma casa no Marquês de Pombal e outra nos Restauradores.

Beco
Baixa de Lisboa
O BECO é um espaço de cowork inserido no SameSame, o primeiro projecto de co-living 100% português.

Liberdade 229
Avenida da Liberdade
O Liberdade 229 é um espaço confortável e internacional para trabalhar no centro de Lisboa, a 1 minuto de duas linhas de metro.

LACS
Estrela/Lapa/Santos
Não é um centro de escritório. Nem é só um espaço de cowork. O Lisbon Art Center & Studios (LACS) ultrapassa essa fronteira, é um pólo criativo aberto ao público com programação cultural e um rooftop com uma vista de 360 graus sobre Lisboa e o Tejo.

Ávila Spaces
Avenida da Republica
Este é um cowork premium no centro da cidade, com uma imagem mais corporativa em plena Avenida da República.

Heden
São Vicente
A Graça ganhou este espaço de cowork – o Heden, um pólo criativo que combina mesas de trabalho partilhadas com atelier para artistas ou criativos e zonas de exposição.

Misturado
Arroios
O espaço Misturado é conhecido pelos seus eventos culturais todas as semanas, mas mais que um palco da arte, é um espaço de cowork.

Lisbon Workhub
Marvila
Empreendedores, freelancers e nómadas partilham o mesmo espaço de trabalho no Lisbon Workhub. O cowork fica nos antigos e míticos armazéns de vinho Abel Pereira da Fonseca em Marvila.

Second Home
Cais do Sodré
O cowork que viajou de Londres para Lisboa dá a sensação de trabalhar num espaço semelhante a um jardim botânico com computadores. A incubadora de indústrias criativas instalou-se no Time Out Market.

Hood
Marvila
É uma espécie de bairro criativo, criado pela agência de marketing comOn no fim de 2015.

Idea Hub
Parque das Nações / Marquês de Pombal / Saldanha
O IDEIAHub tem duas moradas, uma no Parque das Nações e outra no Palácio Sotto Mayor e já previsto a abertura de uma espaço no Saldanha.

Cowork Todos
Marvila
A funcionar desde 2013, aloja mais de 85 criativos num armazém recuperado.

Cowork Central
Princípe Real
O Cowork Central já tinha o primeiro espaço no Cais do Sodré, mas vai daí e apareceram as dores de crescimento de quem já albergava 50 pessoas e precisava de mais. Tom Davis, o responsável pelo espaço, decidiu subir umas colinas e abrir outro espaço no Príncipe Real.

Corwork my Auchan
Avenidas Novas
Ao supermercado na Avenida da República, a cadeia de supermercados My Auchan juntou um espaço de cowork. E não paga nada para se sentar à mesa.

Cowork Palácio Baldaya
Benfica/Monsanto
O Palácio Baldaya reabriu em Setembro de 2017 para servir de pólo cultural ao bairro de Benfica, mais de um século depois de estar fechado. Passou a oferecer aos lisboetas uma nova biblioteca e um espaço de cowork.

Alvalade Cowork
Alvalade
No Alvalade Cowork o espaço é dividido com a Wave Factory, onde existe uma onda artificial para fazer surf e um restaurante.

Rocket Hub
Parque das Nações
Situado no Parque das Nações tem diversas opções de espaços idealizados para maximizar o seu conforto, motivando a sua criatividade.

Factory Lisbon
Hub criativo do Beato
É um projecto de 12.000 metros quadrados ainda em construção, tendo já assegurado uma ocupação parcial pela Mercedes-Benz.io, o hub de inovação digital da marca automóvel alemã.

Se já está a planear o próximo ano sugerimos que visite alguns e sinta a energia destes espaços com preços para todos os bolsos!

Equipa Gameiro KW

Fonte: Expresso, Idealista, Time Out

SE ARRENDAR UM IMÓVEL EM LISBOA, POSSO TER DÍSTICO DE RESIDENTE?

Tem um contrato de arrendamento e precisa de dístico de residente para estacionar o seu veículo, em Lisboa? Saiba como solicitar o mesmo através do site ou presencialmente nas lojas EMEL.

O Dístico de Residente permite o estacionamento nas ruas pertencentes à zona de residência do respectivo titular, nos lugares identificados, sem haver lugar ao pagamento da tarifa de estacionamento e sem limite de tempo.

Em regra, podem ser atribuídos até 3 Dísticos de Residente por fogo, desde que este seja utilizado para fins habitacionais e se situe dentro de uma Zona de Estacionamento de Duração Limitada. Pode ser incluída uma segunda zona de estacionamento no Dístico, que seja contígua à zona de residência. Mas, esta segunda zona não permite o estacionamento nos Eixos Vermelhos.

Em casos de famílias numerosas e de residências onde existe mais que um agregado familiar existem regras especiais previstas no Artº 25 do Regulamento (atribuição de até 5 dísticos no primeiro caso e redução do custo do segundo dístico no caso de famílias numeras).

Os Dísticos de Residente têm a validade máxima de 1 ano.

Para a emissão do dístico é necessário cumprir alguns requisitos.
É necessário que a morada do imóvel em questão coincida com a morada associada ao seu cartão de cidadão.

Caso verifique que as moradas são distintas, basta alterar a morada do cartão de cidadão. Este processo é simples e pode ser realizado através da Internet, de forma gratuita, ou presencialmente, com um custo de 3 euros. Não lhe é pedido nenhum comprovativo em como de facto mora no endereço apresentado. Apenas precisa de ter consigo o PIN de morada para realizar esta alteração. Caso não tenha este PIN, terá de fazer um novo cartão de cidadão o que constitui um processo mais demorado e também mais caro – o valor ronda os 15 euros ou o dobro, se solicitar a entrega urgente.

Para emissão do dístico da EMEL são-lhe solicitados os seguintes documentos originais:

  • Documento comprovativo da morada: Cartão do Cidadão (é necessário o PIN do cartão) ou Carta de Condução ou Autorização de Residência emitida pelo SEF (para cidadãos Estrangeiros);
  • Certificado de Matrícula, ou Título de Registo de Propriedade do veículo automóvel;
  • Contrato de Arrendamento para confirmar morada.

Quando o veículo para o qual precisa do dístico se encontra no nome de outra pessoa é-lhe pedida a apresentação do Título de Registo de Propriedade do veículo, juntamente com um dos seguintes documentos à sua escolha:
a) Um contrato que titula a aquisição com reserva de propriedade;
b) Um contrato de locação financeira ou de aluguer;
c) Uma declaração assinada pelo proprietário do veículo, na qual o mesmo ateste o usufruto deste, acompanhada por uma cópia da identificação do primeiro;
d) Uma “declaração da respectiva entidade empregadora onde conste o nome e a morada do requerente, a matrícula do veículo automóvel e o respectivo vínculo laboral, acompanhada do certificado de matrícula ou titulo de registo de propriedade, a locação financeira ou o aluguer da viatura”.

Para as zonas onde o dístico não permite estacionar gratuitamente, sugerimos a instalação e utilização da app da EMEL no seu telefone de modo a garantir que não é multado nem vê o seu carro ser bloqueado ou mesmo rebocado com os exurbitantes custos e transtorno associados.

Fonte: EMEL

EXPERIÊNCIAS OU BENS? AINDA TEM DÚVIDAS?

Prefere experiências ou bens?

Estudos demonstram que é o que fazemos e não o que temos, que nos proporciona alegria duradoura.

 

Aqui ficam 7 sugestões para aumentarmos a nossa alegria. Nem sempre é fácil mas vale sempre a pena pensar nisso.

As memórias são tesouros
Basear a nossa felicidade no que é material e na necessidade de estar constantemente a comprar coisas prejudica o ambiente e a nós também e essa felicidade nunca dura muito tempo. As experiências, ao contrário, permanecem connosco como memórias valiosas. E isso também se aplica a actividades que consideramos difíceis ou assustadoras. Mais tarde olhamos para elas com uma sensação de realização e conquista.

Somos as experiências que vivemos
Os bens materiais podem perder-se ou estragar-se mas as experiências fazem parte de nós, elas fazem de nós quem somos. Escolher experiências que nos atraem ajuda-nos a descobrir quem somos verdadeiramente e pode ser um importante investimento no nosso futuro.

As experiências fazem-nos crescer
Todas as novas experiências contribuem para a nossa aprendizagem, o nosso crescimento pessoal e sensação de realização, abrindo os nossos horizontes e aumentando as nossas capacidades de lidar com todas as situações que nos surgem no caminho.

Partilhar é cuidar
Ao realizar actividades em conjunto estabelecemos laços de união com as outras pessoas. São os pequenos momentos que passamos juntos, as histórias partilhadas, que tornam as relações mais profundas.

Cada um de nós é único
É fácil compararmo-nos com os outros através dos bens materiais mas de facto não somos todos iguais. Escolhendo experiências que nos digam algo, aumentamos a nossa consciência de que somos únicos.

Um novo caminho a explorar
Fazer algo que não fazemos normalmente dá-nos uma perspectiva diferente. É um pequeno passo que pode abrir novos caminhos.

Estar 100% presente
Viver cada experiência de forma consciente e estar totalmente presente no momento, permite aproveitá-lo ao máximo e recordá-lo vividamente mais tarde.


Por vezes tudo o que precisamos é de tempo para nós e de uma nova forma de olhar para a nossa vida.

Equipa Gameiro KW

PRÉMIOS ATRIBUÍDOS À EQUIPA GAMEIRO KW

Estes foram alguns dos reconhecimentos que recebemos ao longo do nosso percurso na KW em forma de prémios atribuídos à Equipa Gameiro.

São prémios de volume de facturação e troféus relativos a uma das mais importantes formações ministradas pela KW, o programa BOLD – A life by design, not by default.

Para nós o mais importante é ver reconhecido o nosso trabalho e compromisso em ajudar os nossos Clientes e assistir ao nosso crescimento diário como pessoas e como profissionais nesta empresa fantástica!

 

SALAS COM LAREIRA | OPÇÕES E AMBIENTES DE DECORAÇÃO

Salas com Lareira  |  Opções e ambientes de Decoração

Com a chegada do Outono e das temperaturas mais frias, recuperamos dos armários roupas mais quentes.

Mas para quem ainda tem o sonho de ter uma lareira em casa para relaxar diante de uma chama quente e agradável,  este artigo identifica algumas vantagens, desvantagens e as diversas formas de organizar e decorar uma sala com lareira. Quando escolher a sua tenha estes aspectos em consideração.

Lareira a lenha
São geralmente embutidas na parede e feitas em alvenaria (o acabamento pode ser em tijolo, pedra, mármore, etc.), ou de ferro, que tem um visual mais rústico por manter a sua cor original escura. É indicada para moradias, pois necessita de uma chaminé para liberar o fumo, não sendo normalmente indicada para quem vive em apartamentos.

Terá que prever um espaço, de preferência próximo da lareira, para guardar a lenha, facilitando assim a reposição à medida que vai sendo queimada, soltando aquela chama hipnotisante e pequenos estalidos que são únicos.

Uma desvantagem é que o fogo nem sempre é muito fácil de acender e quem não tem prática pode demorar algum tempo. Este tipo de lareira tem uma manutenção constante para manter a chama acessa e necessita de ser limpa quando apagada.

Em termos de segurança, é imprescindível o cuidado com crianças e animais de estimação quando a chama está acesa!

Lareira eléctrica
Muito práticas e seguras já que com um apertar de botão as chamas (em 3D, imitando as chamas reais) são acesas e o calor começa a preencher o espaço. Ideal para quem tem crianças e para quem precisa de uma manutenção fácil, pois a inexistência de chamas e lenha não cria fumo ou fuligem, e por isso também não precisa de chaminé.

Nas vantagens ainda estão a fácil instalação, sem necessidade de uma grande obra dentro de casa e a modernidade do seu design (para os mais conservadores, existem modelos que imitam a aparência da lareira a lenha).

Nas desvantagens, o consumo de energia, dependendo do uso e da potência do aquecimento, pode ser elevado levando a um aumento na conta de electricidade.

Lareira a gás
Esta é uma opção de aquecimento sem o uso de lenha, mas com uma chama viva bem próxima daquele gerada pela lareira a lenha.

Tem uma manutenção rápida e pode ser utilizada em moradias ou apartamentos.

Uma vez que tem que ser embutida na parede e ligada a um ponto de gás (botija ou gás natural canalizado), necessita de alguma obra, mesmo não necessitando de chaminé.

As chamas podem ser azuladas (como as chamas de fogão) uma vez que se trata de uma queima de combustível.

Em termos de segurança, é imprescindível o cuidado com crianças e animais de estimação quando a chama está acesa!

Lareira ecológica
Funciona com álcool ou etanol, combustíveis renováveis e menos poluentes. Está a ganhar popularidade entre os diferentes tipos de lareira!

Tem chamas reais que também podem ser azuladas e não produz fumo nem fuligem, resultando numa limpeza muito fácil. O combustível utilizado é bem mais barato que a lenha. Não necessita de uma obra significativa para ser instalada.

Além desses tipos tradicionais, existem ainda outros tipos de lareira, como as virtuais ou lareiras digitais que produzem uma chama 3D e podem ser capazes de aquecer o ambiente.

Agora que já sabe um pouco mais sobre como escolher a lareira ideal para a sua casa, veja a nossa selecção de imagens com salas de decoração bem diferente, modernas e clássicas onde a lareira é o elemento comum.

Inspire-se!

7 DICAS PARA TER UMA CASA “HYGGE”

7 dicas para ter uma casa Hygge.

Hygge (pronuncia-se hue-guh) e é um conceito escandinavo que se traduz em aconchego e bem-estar. Na realidade Hygge não é exactamente uma “coisa” ou um “sentimento” ou algo que possa comprar. É mais um estado de espírito, uma maneira de remover a pressa, desacelerar, estar presente e apreciar as simples alegrias da vida.

Aqui ficam 7 dicas que poderá incorporar na sua vida para ajudá-lo a tornar sua casa mais Hygge:

1 – Invista em boas velas. As velas criam uma atmosfera de calma, serenidade e calor. Ajudam a relaxar e aproveitar o simples prazer da iluminação, podendo ainda escolher um aroma que lhe agrade.

2 – Adicione textura aos seus espaços de descanso. Deixe a sua casa mais acolhedora e confortável adicionando texturas macias e fofas. Uma manta de lã macia para cadeiras, sofás e camas ou algum tapete de pêlo falso para o chão incentivam o descanso, relaxamento e aconchego!

3 – Actualize a sua roupa de “andar por casa”. Invista em calças macias, uma camisola aconchegante e um par de chinelos forrados para quando estiver em casa e pronto para relaxar.

4 – Convide os seus amigos. A arte de um estilo de vida Hygge inclui desfrutar de um tempo de qualidade com amigos e familiares.  Convide alguém para tomar um chá e conversar. Organize um jantar íntimo e descontraído com amigos próximos. Aproveite o seu tempo e esteja presente com os seus amigos.

5 – Desligue o seu telefone depois das 20h00. Consideramos que nos dias de hoje  a nossa dependência da tecnologia é um grande problema. Tente começar a criar o hábito de desligar todas as suas actividades de redes sociais e outras  dependentes de tecnologia depois das 20h00. Em vez disso, leia um bom livro ou aproveite a companhia do seu parceiro, filhos, amigos ou animal doméstico.

6 – Elimine o que não ama. Hygge é muito semelhante ao movimento minimalista em que se tenta eliminar a desordem e o caos para promover uma atmosfera mais relaxada e confortável. Se está cansado da desordem em sua casa, seja radical e comece a doar ou vender tudo o que não adora. Depois de reduzir a sua decoração ao essencial, é mais fácil focar-se em como  melhorar o calor e aconchego do espaço.

7 – Mostre os seus tesouros. Tornar a sua casa mais Hygge inclui exibir as coisas que o fazem feliz ou evocam memórias felizes. Imprima fotografias dos seus filhos ou das suas férias favoritas e adicione-as às suas prateleiras ou paredes. Exiba os livros que gosta de ler. Se gosta de coleccionar, encontre um modo de tornar visível o conjunto de objectos de modo a que quando entra na divisão possa ver o que realmente o faz feliz.

Abraçar o estado de espírito Hygge pode realmente melhorar o seu estilo de vida. Introduza mais do que ama (relaxamento, amigos, família, lembranças felizes) e elimine o que lhe traz stress (muita tecnologia, falta de tempo, agitação).

Mesmo que inclua apenas algumas dessas dicas na sua vida em casa, pensamos que sentirá diferença e vai desejar continuar a construir e melhorar este ambiente todos os dias.

Nós já experimentámos e foi de facto uma mudança muito positiva no nosso dia a dia!

 

HOMESTAGING. SAIBA O QUE É E COMO PODE AJUDAR A VENDER A SUA CASA.

Será que o Home Staging pode ajudar a vender a sua casa?

O conceito de Homestaging nasceu nos Estados Unidos da América nos anos 70 e significa valorização imobiliária.
Na verdade trata-se de preparar o ambiente da casa antes de a colocar à venda, fazendo sobressair os seus aspectos mais importantes e preservando a sua privacidade também. A ideia é facilitar a visão do comprador como o seu futuro lar. Para isso, o espaço precisa ser aconchegante, atraente e funcional, mas totalmente despersonalizado.

Poderá ser um serviço que requer algum investimento caso queira fazê-lo num imóvel vazio mas numa casa habitada e vivida poderá ser realizado apenas com um pouco de dedicação sua em termos de tempo e os resultados podem ser fantásticos!

Será que o Homestaging permite vender o seu imóvel por mais dinheiro? Não é certo. No entanto certamente não vai permitir que os compradores o desvalorizem nas suas propostas.

Aqui ficam algumas sugestões que pode por em prática.

Sugerimos que dê uma volta à casa e veja o que pode ser melhorado:
– Lave as janelas e verifique que os estores funcionam
– Verifique que todas as portas, gavetas e armários abrem com facilidade
– Verifique que os candeeiros têm lâmpadas e acendem sem problemas
– Retoque fissuras ou buracos nas paredes
– Lave varandas e pátios e dê-lhes um aspecto cuidado, colocando algum elemento de decoração
– Mantenha arrecadações, sótãos e garagens o mais vazios possível para maximizar o espaço de arrumação disponível
– Encaixote o que não precisa facilitando a altura da mudança e libertando espaço na casa
– Retire os imanes, desenhos e listas da porta do frigorífico
– Lave a sujidade e manchas das paredes e do interior e exterior dos armários
– Na cozinha e casa de banho “destralhe” as bancadas e banheiras e retire todos os produtos pessoais
– Verifique se há torneiras a pingar e arranje
– Verifique as juntas dos azulejos e se estiverem muito deterioradas ou sujas considere substitui-las
– Na casa de banho recrie um look de spa colocando toalhas brancas, um tapete macio, velas e plantas
– Guarde as fotografias de família e outros objectos pessoais. É difícil para os compradores visualizarem-se num imóvel muito personalizado com artigos dos actuais proprietários.

Se tiver animais recomendamos cuidados extra!
– Aspire bem os pelos de tapetes e sofás
– Mantenha a caixa de litter sempre limpa
– Areje bem a casa e coloque ambientadores para eliminar maus odores
– Arrume os brinquedos deles fora da vista
– Se possível retire os animais do imóvel no dia de visita. Caso não seja possível feche-os numa divisão da casa.

No momento da visita levante os estores, abra as cortinas e acenda as luzes.

Finalmente verifique também a entrada do prédio, campainha, luzes e limpeza dos patamares e estado dos elevadores.

 

Orientámos os nossos clientes neste processo. Podemos ajudá-lo a si também.

Está a pensar vender a sua casa? Contacte-nos! +351 962024682  |  info@equipagameiro.pt

5 DICAS PARA ORGANIZAR A ROUPA NA TROCA DE ESTAÇÃO

Chegou o Outono e brevemente terá de por de lado a roupa fresca de Verão. Se não tiver um closet de sonho, onde cabe tudo, vai precisar de organizar o seu guarda-roupa. Aqui ficam 5 dicas para organizar a roupa na troca de estação.

1º  – Começe por retirar tudo do armário e separar as peças por estação. Aquelas que você usa apenas no inverno, outras peças que servem na meia-estação e por último aquelas que você usa somente quando faz calor. Aproveite para por de lado o que já não usa e o que não lhe fica bem e ofereça a alguém! Aproveite também para limpar o armário por dentro.

2º  – Feita a separação pode visualizar melhor o que tem o que torna esta tarefa bem mais fácil. Começe a organizar as suas peças separando-as por tipo de artigo: camisolas, calças, acessórios, etc.. Há no mercado diversos tipos de caixas organizadoras e de vários tamanhos que ajudam muito neste trabalho.

3º – Com tudo organizado de acordo com o tipo de roupa, já poderá pensar em colocar todas as coisas de volta no roupeiro. De acordo com a estação atual poderá começar a organização colocando nos lugares mais altos ou fundos as roupas de outras estações. Deixe de forma intermediária as roupas de meia-estação, tais como casaquinhos e blusas de manga comprida, pois estas sim poderão ser necessárias. E na frente e de forma mais fácil as roupas da estação actual, de modo a estarem mais acessíveis para o dia a dia.

4º. O mesmo critério deve ser utilizado com as roupas que ficam penduradas em cabides. As da estação actual devem estar com acesso mais fácil. Mesmo num roupeiro pequeno mantenha juntas as peças do mesmo tipo, como por exemplo: os casacos, as camisas, os vestidos, saias e as calças. Isto facilita muito no momento em que quiser encontrar alguma peça. Também poderá organizar cada grupo por cores criando um degradê agradável à vista.

 

Procura uma casa com outras características e necessita de vender a sua casa?

Conte com a nossa ajuda! O nosso compromisso é surpreendê-lo de modo a que não hesite em repetir ou recomendar a experiência que connosco viveu.

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