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COWORKING, JÁ CONHECE?

Coworking, já conhece?
É uma alternativa ao escritório tradicional e uma comunidade de partilha e ajuda mútua.

A partilha de um espaço de trabalho é um conceito em expansão no nosso País e tem já muitos projectos em funcionamento e muitos outros a caminho.
É uma tendência que está a modificar a forma como as empresas e empreendedores trabalham, partilham negócios e se relacionam entre si em geral.

Dá a quem o utiliza a oportunidade de aumentar o networking com pessoas de diversas áreas e estilos, vem colmatar a questão do isolamento de quem até agora tinha um modelo de trabalho em que utilizava um “home office” e de um modo geral aumentar a produtividade.
Estes espaços têm preços para diversos tipos de utilização e uma estrutura e modo de funcionamento completamente flexível.

Por outro lado partilhar um espaço de trabalho pode ser a solução para a escassez de escritórios em Lisboa e Porto. Este é um segmento de mercado com resultados visíveis em dezenas de empresas em todo o mundo que já utilizam o coworking nalguma escala e esperam aumentar o grau de compromisso com este tipo de espaços ao longo dos próximos anos.
Esta solução permite uma poupança nos custos de ocupação em muitos casos superior a 5% e muitas empresas reconhecem que a integração de espaço flexível na sua estratégia proporciona um valor significativo em termos de atracção de talento, ao mesmo tempo que reduz os custos de ocupação ao permitir adaptarem-se às variações constantes no número de colaboradores sem terem de aumentar os seus custos fixos.

Em Portugal, estima-se que este conceito agregue uma oferta total de 130.000 metros quadrados, dos quais 60% concentrados em Lisboa e 13% no Porto. Neste momento ainda tem um peso residual no parque total de escritórios em ambas as cidades, um valor um pouco abaixo dos 2%.


Conheça agora alguns exemplos deste novo modelo de negócio

Places
Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
O mítico Cinema Quarteto, foi transformado no Places – um novo espaço de cowork na cidade num edifício com três pisos e um belo terraço para fugir do trabalho de tempos a tempos.

Wood
Marquês de Pombal
Localizado num edifício lisboeta dos anos 60, oferece um andar dedicado ao coworking com espaços partilhados com design de luxo e e zonas exteriores muito bonitas.

Resvés Cowork
Campo de Ourique
O cowork Resvés garante o acesso 24 horas aos membros. Tem bicicletas partilhadas e quer ser um pólo de dinamização cultural e de networking na cidade.

Unicorn Workspaces
Avenida da Liberdade
Depois da Alemanha, a empresa Unicorn Workspaces fez a sua expansão internacional e aterrou em Lisboa e tem dois espaços: uma casa no Marquês de Pombal e outra nos Restauradores.

Beco
Baixa de Lisboa
O BECO é um espaço de cowork inserido no SameSame, o primeiro projecto de co-living 100% português.

Liberdade 229
Avenida da Liberdade
O Liberdade 229 é um espaço confortável e internacional para trabalhar no centro de Lisboa, a 1 minuto de duas linhas de metro.

LACS
Estrela/Lapa/Santos
Não é um centro de escritório. Nem é só um espaço de cowork. O Lisbon Art Center & Studios (LACS) ultrapassa essa fronteira, é um pólo criativo aberto ao público com programação cultural e um rooftop com uma vista de 360 graus sobre Lisboa e o Tejo.

Ávila Spaces
Avenida da Republica
Este é um cowork premium no centro da cidade, com uma imagem mais corporativa em plena Avenida da República.

Heden
São Vicente
A Graça ganhou este espaço de cowork – o Heden, um pólo criativo que combina mesas de trabalho partilhadas com atelier para artistas ou criativos e zonas de exposição.

Misturado
Arroios
O espaço Misturado é conhecido pelos seus eventos culturais todas as semanas, mas mais que um palco da arte, é um espaço de cowork.

Lisbon Workhub
Marvila
Empreendedores, freelancers e nómadas partilham o mesmo espaço de trabalho no Lisbon Workhub. O cowork fica nos antigos e míticos armazéns de vinho Abel Pereira da Fonseca em Marvila.

Second Home
Cais do Sodré
O cowork que viajou de Londres para Lisboa dá a sensação de trabalhar num espaço semelhante a um jardim botânico com computadores. A incubadora de indústrias criativas instalou-se no Time Out Market.

Hood
Marvila
É uma espécie de bairro criativo, criado pela agência de marketing comOn no fim de 2015.

Idea Hub
Parque das Nações / Marquês de Pombal / Saldanha
O IDEIAHub tem duas moradas, uma no Parque das Nações e outra no Palácio Sotto Mayor e já previsto a abertura de uma espaço no Saldanha.

Cowork Todos
Marvila
A funcionar desde 2013, aloja mais de 85 criativos num armazém recuperado.

Cowork Central
Princípe Real
O Cowork Central já tinha o primeiro espaço no Cais do Sodré, mas vai daí e apareceram as dores de crescimento de quem já albergava 50 pessoas e precisava de mais. Tom Davis, o responsável pelo espaço, decidiu subir umas colinas e abrir outro espaço no Príncipe Real.

Corwork my Auchan
Avenidas Novas
Ao supermercado na Avenida da República, a cadeia de supermercados My Auchan juntou um espaço de cowork. E não paga nada para se sentar à mesa.

Cowork Palácio Baldaya
Benfica/Monsanto
O Palácio Baldaya reabriu em Setembro de 2017 para servir de pólo cultural ao bairro de Benfica, mais de um século depois de estar fechado. Passou a oferecer aos lisboetas uma nova biblioteca e um espaço de cowork.

Alvalade Cowork
Alvalade
No Alvalade Cowork o espaço é dividido com a Wave Factory, onde existe uma onda artificial para fazer surf e um restaurante.

Rocket Hub
Parque das Nações
Situado no Parque das Nações tem diversas opções de espaços idealizados para maximizar o seu conforto, motivando a sua criatividade.

Factory Lisbon
Hub criativo do Beato
É um projecto de 12.000 metros quadrados ainda em construção, tendo já assegurado uma ocupação parcial pela Mercedes-Benz.io, o hub de inovação digital da marca automóvel alemã.

Se já está a planear o próximo ano sugerimos que visite alguns e sinta a energia destes espaços com preços para todos os bolsos!

Equipa Gameiro KW

Fonte: Expresso, Idealista, Time Out

SE ARRENDAR UM IMÓVEL EM LISBOA, POSSO TER DÍSTICO DE RESIDENTE?

Tem um contrato de arrendamento e precisa de dístico de residente para estacionar o seu veículo, em Lisboa? Saiba como solicitar o mesmo através do site ou presencialmente nas lojas EMEL.

O Dístico de Residente permite o estacionamento nas ruas pertencentes à zona de residência do respectivo titular, nos lugares identificados, sem haver lugar ao pagamento da tarifa de estacionamento e sem limite de tempo.

Em regra, podem ser atribuídos até 3 Dísticos de Residente por fogo, desde que este seja utilizado para fins habitacionais e se situe dentro de uma Zona de Estacionamento de Duração Limitada. Pode ser incluída uma segunda zona de estacionamento no Dístico, que seja contígua à zona de residência. Mas, esta segunda zona não permite o estacionamento nos Eixos Vermelhos.

Em casos de famílias numerosas e de residências onde existe mais que um agregado familiar existem regras especiais previstas no Artº 25 do Regulamento (atribuição de até 5 dísticos no primeiro caso e redução do custo do segundo dístico no caso de famílias numeras).

Os Dísticos de Residente têm a validade máxima de 1 ano.

Para a emissão do dístico é necessário cumprir alguns requisitos.
É necessário que a morada do imóvel em questão coincida com a morada associada ao seu cartão de cidadão.

Caso verifique que as moradas são distintas, basta alterar a morada do cartão de cidadão. Este processo é simples e pode ser realizado através da Internet, de forma gratuita, ou presencialmente, com um custo de 3 euros. Não lhe é pedido nenhum comprovativo em como de facto mora no endereço apresentado. Apenas precisa de ter consigo o PIN de morada para realizar esta alteração. Caso não tenha este PIN, terá de fazer um novo cartão de cidadão o que constitui um processo mais demorado e também mais caro – o valor ronda os 15 euros ou o dobro, se solicitar a entrega urgente.

Para emissão do dístico da EMEL são-lhe solicitados os seguintes documentos originais:

  • Documento comprovativo da morada: Cartão do Cidadão (é necessário o PIN do cartão) ou Carta de Condução ou Autorização de Residência emitida pelo SEF (para cidadãos Estrangeiros);
  • Certificado de Matrícula, ou Título de Registo de Propriedade do veículo automóvel;
  • Contrato de Arrendamento para confirmar morada.

Quando o veículo para o qual precisa do dístico se encontra no nome de outra pessoa é-lhe pedida a apresentação do Título de Registo de Propriedade do veículo, juntamente com um dos seguintes documentos à sua escolha:
a) Um contrato que titula a aquisição com reserva de propriedade;
b) Um contrato de locação financeira ou de aluguer;
c) Uma declaração assinada pelo proprietário do veículo, na qual o mesmo ateste o usufruto deste, acompanhada por uma cópia da identificação do primeiro;
d) Uma “declaração da respectiva entidade empregadora onde conste o nome e a morada do requerente, a matrícula do veículo automóvel e o respectivo vínculo laboral, acompanhada do certificado de matrícula ou titulo de registo de propriedade, a locação financeira ou o aluguer da viatura”.

Para as zonas onde o dístico não permite estacionar gratuitamente, sugerimos a instalação e utilização da app da EMEL no seu telefone de modo a garantir que não é multado nem vê o seu carro ser bloqueado ou mesmo rebocado com os exurbitantes custos e transtorno associados.

Fonte: EMEL

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