New Property

loading...

Zona ribeirinha lidera oferta de novos escritórios

Numa altura de escassez de espaços de escritórios de qualidade em Lisboa, a zona ribeirinha lidera na oferta de novos escritórios.

 

A área ribeirinha, particularmente entre o Cais do Sodré e Santos, inserida na zona 4 (Zona Histórica) do mercado de escritórios, tinha pouco significado no mercado de Lisboa até 2008. O  processo de mudança teve o seu início nesse ano, com a inauguração, no Cais do Sodré, dos edifícios sede da Agência Europeia Marítima e do Observatório da Droga e, na Avenida 24 de Julho, da sede do Banco BIG, e não foi alheio ao ambicioso projecto de intervenção urbanística que se iniciava em toda a zona e que se encontra hoje praticamente concluído.

Após alguns anos de estagnação, foi inaugurado, em 2015, na Avenida 24 de Julho, um dos mais emblemáticos edifícios da cidade de Lisboa, a nova sede da EDP, com 13.900 metros quadrados, da autoria do arquitecto Manuel Aires Mateus.

Em 2016, o Cais do Sodré recebeu um novo espaço de escritórios, o Second Home, no Mercado da Ribeira, que tem vindo a gerar uma importante actividade empresarial na zona. O próprio Mercado da Ribeira, reabilitado em 2014, teve um papel “estruturante” na renovação da zona ribeirinha.

Ainda em 2016 foi concluído o projecto de reabilitação do Edifício D Luís, que trouxe ao mercado mais 10.300 metros quadrados de nova oferta. Este ano são esperados mais três novos edifícios na zona, todos eles já com ocupação garantida por grandes ocupantes; A instalação da sede da Abreu Advogados num edifício em frente ao Jardim do Tabaco, com uma área total prevista de 6 mil metros quadrados; o escritório de advogados Vieira de Almeida escolheu também a zona ribeirinha como nova localização, num projecto na Rua D Luís I que contará com 12 mil metros quadrados de área; a Avenida 24 de Julho irá ainda receber, o grupo de media WPP, em cerca de 10 mil metros quadrados, resultantes de um projecto desenvolvido pelo The Edge Group.

No total, desde 2008 até 2016 inauguraram na zona ribeirinha cerca de 40 mil metros quadrados de espaços de escritórios, mais de 80% da oferta que inaugurou no mesmo período em toda a Zona 4.

É previsível que a forte atractividade da zona ribeirinha lisboeta para uso de escritórios se mantenha, com um alargamento da mesma até Alcântara, onde existem alguns projectos de escritórios com uma dimensão muito considerável, que, em breve, devem materializar-se, dada a escassez de espaços em toda a cidade.

in Construir.pt

Abril 2017

 

Noticias Mercado Imobiliário

IMÓVEIS
Sabia que o preço dos imóveis em Portugal pode subir mais 4% em 2017?
Os preços da habitação em Portugal dispararam 7,1% no ano passado, mais do dobro do verificado em 2015. Uma explicação é
a procura crescente do nosso país como destino de investimento por parte de estrangeiros, mas também de portugueses, que, descontentes com a fraca rentabilidade dos produtos financeiros e dos depósitos bancários, viram no mercado imobiliário uma oportunidade de conseguir rentabilidades acima dos 5%.
Lisboa tem já um preço médio por metro quadrado de 2.318 euros, um valor superior em mais de 80% ao preço médio do Porto (1.265 euros) e ao nacional (1.279 euros). E nos centros históricos, os mais procurados, os valores chegam aos 8.000 euros por metro quadrado em Lisboa e aos 3.000 euros no Porto.
in DN
Pondera Vender o seu Imóvel? Fale connosco primeiro!
Equipa Gameiro | Francisco Freire Gameiro
+351 925 358 869
ffgameiro@kwportugal.pt
#imobiliárioasubir #oportunidadedenegócio

Equipa Gameiro no TOP 20% da KW PORTUGAL

No passado dia 16 de Março, realizou-se em Espinho mais uma reunião TOP 20% da KW Portugal. A audiência era de topo e até o CEO da Keller Williams – Chris Heller quis marcar presença.
Perante uma sala cheia, analisaram-se resultados e definiram-se estratégias para o futuro, que se quer, ainda com melhores resultados.
Muito felizes por fazer parte deste grupo!
#top20% #kwportugal #topproducers #equipagameiro

10 dúvidas sobre o IMI

Abril é o mês em que o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) tem de começar a ser pago. Se a fatura for até 250 euros, terá de a pagar de uma só vez. Se o valor não ultrapassar os 500 euros poderá dividir em duas prestações. Só se o valor a pagar for maior do que 500 euros é que poderá pagar em três vezes. Para muitos portugueses, este imposto ainda suscita algumas dúvidas, conheça a resposta a dez das perguntas mais frequentes sobre IMI.

1. O que é o IMI?

O IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) é um imposto que incide sobre o valor patrimonial tributário dos imóveis situados em Portugal. Este imposto entrou em vigor em 2003, substituindo a Contribuição Autárquica, e reverte para os respetivos municípios.

2. Quem paga IMI?

O sujeito passivo é o proprietário do imóvel a 31 de dezembro do ano a que respeita o imposto. Assim, mesmo que a 1 de janeiro o imóvel seja vendido, o IMI desse ano será da responsabilidade do anterior proprietário, uma vez que em 2016 está a ser liquidado o IMI de 2015.

3. Como se calcula o IMI?

O IMI é calculado com base no Valor Patrimonial Tributário (VPT) atribuído ao imóvel ao qual é aplicada uma taxa fixada anualmente pelo município (VPT x taxa de IMI). A forma como o VPT é calculado varia. Desde 2013 que os imóveis são avaliados segundo as novas regras e o VPT é calculado em função de vários fatores, como o valor de construção por metro quadrado, área bruta, localização, qualidade, conforto e idade do imóvel, atualizados a cada três anos. Assim, todos os imóveis que não mudaram de proprietário depois de dezembro de 2003 foram avaliados de acordo com as novas regras, que permitirá avaliar o seu valor patrimonial.

Os imóveis que foram comprados antes de 2004 têm por base o valor que estava na matriz e aos quais foram aplicados coeficientes de desvalorização da moeda que permitiram atualizar o valor patrimonial tributário. Este tinha por base a data e o valor da primeira inscrição matricial.

4. O que é o valor patrimonial tributário?

O valor patrimonial tributário dos prédios é o seu valor determinado por avaliação feita de acordo com as regras do Código do IMI. Este valor está registado na matriz predial.

5. Quais são as taxas de IMI?

Ao valor tributário dos imóveis nacionais são aplicáveis as seguintes taxas: 0,8% para os prédios rústicos. Sobre os imóveis urbanos incide uma taxa entre os 0,3% e os 0,5%, cabendo a cada município definir todos os anos o que vai cobrar. As propriedades com domicílio fiscal em “offshores” são tributadas a 7,5%, independentemente do tipo de imóvel. Conheça aqui a taxa de imi cobrada pelo seu município.

Dito isto, os municípios podem majorar ou reduzir as taxas gerais em determinadas situações previstas no artigo 112º do Código do IMI, como por exemplo as áreas que sejam objeto de operações de reabilitação urbana ou combate à desertificação.

6. Qual o prazo de pagamento de IMI?

O IMI é pago anualmente através de um documento único de cobrança (DUC) em abril, caso seja apenas uma prestação, para montantes iguais ou inferiores a 250 euros. Se o valor estiver entre os 250 e os 500 euros, poderá pagar em duas prestações, em abril e novembro. Caso o montante seja superior a 500 euros, poderá pagar em três vezes (abril, julho e novembro).

7. Quais as consequências de não pagar o IMI no prazo de legal?

Se não pagar dentro do prazo legalmente estabelecido no documento de cobrança, quer a liquidação tenha ocorrido no prazo normal, quer seja fora do prazo normal, pagará juros de mora. O não pagamento de uma prestação ou anuidade implica o imediato vencimento das restantes e irá pagar juros de mora.

8. Onde pode ser pago o IMI?

O IMI pode ser pago nas secções de cobrança dos Serviços de Finanças, nos balcões dos CTT, nos balcões das instituições de crédito com protocolo para o efeito celebrado com a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT), na rede de caixas automáticas Multibanco ou por home banking.

9. Que meio de pagamento posso utilizar para pagar o IMI?

Para liquidar o IMI poderá utilizar os meios de pagamento normais, como dinheiro, caixa Multibanco, home banking ou cheque cruzado, emitido à ordem da “Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP, EPE”, datado com o dia do pagamento ou um dos dois dias imediatamente anteriores, conjuntamente com a apresentação do documento de cobrança. Se efetuar o pagamento nos CTT, o cheque será emitido à ordem de “Correios de Portugal”.

10. Quem tem direito a isenção?

Estão isentos de imposto municipal sobre imóveis os proprietários cujo rendimento coletável, para efeitos de IRS, no ano anterior, não seja superior a 153.300 euros. A isenção é reconhecida pelo chefe do serviço de finanças da área, por um período de três anos, se o valor patrimonial tributário do prédio não exceder 125 mil euros.

Os agregados familiares com rendimento bruto anual não superior a 2,3 vezes o valor do IAS (15.295 euros) e o valor patrimonial do imóvel em questão não exceda 10 vezes o valor anual do IAS (66.500 euros) também estão isentos do pagamento deste imposto. De referir que até que o valor do IAS atinja o valor do ordenado mínimo nacional, aplica-se o valor de 475 euros (Retribuição Mínima Mensal Garantida de 2010).

in saldopositivo.cgd.pt

 

 

 

ENCONTRE UM IMÓVEL
Inscreva-se

Seja o primeiro a conhecer os nossos imóveis e a receber novidades e as últimas notícias do mercado!